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Resiliência, eficiência energética e nova NR-10 ganham destaque no CINASE Centro-Oeste

Fonte: osetoreletrico.com.br | Data: 08/09/2026 13:49:24

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A resiliência da rede elétrica de Goiás e eficiência energética na indústria e no agronegócio estiveram no centro dos debates do Circuito Nacional do Setor Elétrico – CINASE, edição Centro-Oeste, realizado entre os dias 5 e 6 de agosto, em Goiânia/GO. O desafio de tornar os sistemas de distribuição e transmissão mais robustos, preparados para eventos climáticos extremos e capazes de responder com maior agilidade às novas demandas do sistema elétrico foram abordados por diferentes ângulos, entre especialistas, técnicos e gestores do estado.

Os painéis dedicados ao tema da resiliência da rede elétrica frente os eventos climáticos, que mobilizaram, inclusive, o Diretor-Presidente da Equatorial Goiás, Lener Silva Jayme, e o Diretor da EDP Transmissão do estado, Rafael Holanda, colocaram em evidência questões como confiabilidade, continuidade do fornecimento, modernização da infraestrutura e adoção de tecnologias que contribuam para aumentar a capacidade de resposta da rede diante de situações adversas. 

Com maior frequência de eventos extremos e maior intensidade, o clima, definitivamente, aumentou a complexidade operacional do sistema elétrico no estado. Essa foi uma das principais conclusões feitas logo na abertura do evento pelo Diretor-Presidente da Equatorial, empresa que administra mais de 200 mil quilômetros de rede, o equivalente a cinco voltas ao redor da terra, e atende mais de 3,8 mil clientes, distribuídos em diferentes realidades: grandes centros urbanos e extensas áreas rurais, tudo isso, contrastando, com um crescimento econômico acelerado, puxado, especialmente, pela forte atuação do agronegócio goiano. Em 2025, o segmento foi responsável por 3,8% das exportações brasileiras no ano, ocupando a 8ª posição entre os estados exportadores.

“A resposta não começa depois da ocorrência, temos que ser preditivos, trabalhar com antecedência. Não podemos esperar que o evento aconteça para que a gente tenha agilidade na recuperação, isso é só uma parte do processo. Temos que nos antecipar, nos preparar e capacitar a rede para os eventos severos. Uma das estratégicas, é investir na manutenção prévia, aproveitando, por exemplo, as equipes que estão ali de plantão, no período de seca, para fazer mais manutenções, para preparar a rede para ficar mais resiliente para os períodos de maior impacto climático”, detalha Lener Silva Jayme. 

Um dos diferenciais do estado, segundo o gestor, é o nível de monitoramento integrado do sistema, que permite uma resposta rápida, com equipes estrategicamente posicionadas para o atendimento aos chamados. “Hoje, o estado de Goiás tem um dos centros de operação integrada mais desenvolvidos do país. Nós temos um nível de automação, que implantamos aqui no Goiás, que é algo que realmente impressiona. Monitoramos a nossa rede 24hs por dia, permitindo o acompanhamento de falhas e ocorrências, em tempo real, possibilitando, inclusive, que atuemos para evitar falhas no sistema. Temos uma comunicação em tempo real com todos os equipamentos automatizados. Esse centro de operações faz com que a gente tenha um índice de mais de 98% de confiabilidade e comunicabilidade com esses equipamentos, com pessoas trabalhando 24hs por dia neste monitoramento”, destaca Jayme.

Para além dos investimentos em monitoramento, manutenção e melhoria da rede, Rafael Holanda, que está à frente da EDP Transmissão do Goiás, defende uma reformulação completa nos parâmetros usados para o dimensionamento e planejamento dos ativos elétricos. “O desafio não está somente no clima, o desafio está em reconhecer que hoje, as premissas que usamos para fazer e desenvolver os sistemas de transmissão, precisam evoluir. Cada vez que olharmos para os novos projetos a gente vê que eles foram concebidos por uma linha de estudos que foram feitos no passado, condizentes com condições climáticas que hoje já não são mais as mesmas. Esses cálculos utilizados para projetar torres, e até para licenciamento ambiental, estão todos ultrapassados, considerando os eventos climáticos vivenciados pelas nossas redes hoje.  Isso exige uma mudança de mentalidade conjunta”, afirma Rafael Holanda.

Essa mudança, segundo Holanda, precisa constar, inclusive, no regulamento dos grandes projetos e dos leilões do setor. “Hoje temos eventos climáticos com uma frequência muito maior que no passado. Precisamos discutir isso com o regulador, órgãos ambientais, operador do sistema, não só isoladamente com um player, mas sim, com uma atuação conjunta. Precisamos construir um planejamento com parâmetros e projetos com instrumentos que tenham novos critérios de cálculos matemáticos para compreender essa nova realidade. Tudo começa com o planejamento e não podemos mais utilizar os parâmetros do passado”, alertou Holanda. 

Os painéis dedicados ao tema da resiliência da rede elétrica frente aos eventos climáticos colocaram em evidência medidas para aumentar a capacidade de resposta da rede diante de situações adversas. Foto: Alex Malheiros.

Presente no debate, Lindemberg Reis, Gerente de Planejamento e Inteligência de Mercado na Abradee, afirmou que o tema tem ganhado bastante atenção na entidade, que inclusive vem buscando referências internacionais para o aprimoramento das ações em curso no país. “Desde o final de 2024, a Abradee vem desenhando um projeto de pesquisa e desenvolvimento chamado ‘Melhores práticas para o segmento de distribuição para o enfrentamento aos eventos climáticos extremos’. Ele consiste na busca por experiências nacionais e internacionais relacionadas ao tema. Estamos verificando como estão os planos de contingência em outros países, também fomos buscar as melhores práticas regulatórias. O grande legado deste projeto é entender como distribuidoras de energia, órgãos de avaliação de dados meteorológicos, a sociedade e o consumidor, podem desenhar uma forma mais orgânica de enfrentamento a este tema”, destacou Lindemberg Reis.

Os painéis sobre o tema de resiliência da rede elétrica em Goiás contaram ainda com a participação do Presidente do Sindienergias, Diretor da FIEG e Conselheiro do Sinduscon GO, Célio Eustáquio, da Executiva de Projetos e Fiscalização da Equatorial Energia, Kariane Pauluk e do especialista em redes subterrâneas e resiliência, Daniel Bento.

Eficiência Energética na Indústria e no Agronegócio

Outro assunto que despertou a atenção dos participantes foi o painel que tratou sobre o tema da eficiência energética nos segmentos industriais e do agronegócio. Representando o Governo do Estado, Kamilla Pires, que é Gerente de Eficiência Energética, listou uma série de iniciativas do governo local para estimular os diversos setores da economia goiana, inclusive, para estimular o setor público a adotar medidas voltadas à eficiência energética operacional. 

“A redução de custo de energia, o incentivo a fontes renováveis, participação e captação de recursos via editais do Programa de Eficiência Energética e também fazer integração, fomentar e unir o planejamento junto ao setor produtivo. Nosso papel é incentivar e promover o setor privado, a indústria, que é a nossa principal área, com maior consumo, a ter resultados grandiosos. Para isso, eles precisam entender que não é apenas desligar a luz, eficiência é modernização, troca de equipamentos, com essas medidas, a gente consegue sim, ter resultados reais”, afirma Kamilla Pires. 

Em cinco anos, segundo a secretária, o programa já resultou em economia de mais de R$ 110 milhões, oriundos da revisão de mais de 200 contratos. “Em 2025, a gente participou do edital realizado pela Equatorial e conseguimos captar mais de 6 milhões para o setor público. Estamos visualizando resultados e queremos incentivar que a indústria participe disso. Estamos abertos a receber os diversos segmentos, estamos prontos para ouvi-los para destravar este processo e também mudar o pensamento de que se trata apenas de um financiamento, pois já temos retornos comprovados”, complementou Kamilla. 

Integrando também o painel, o Diretor-presidente da Equatorial chamou a atenção para o uso inteligente e alternado da energia, especialmente em segmentos como o agronegócio, que podem, por exemplo, realizar seus planos de irrigação em horários mais econômicos, fora do pico de consumo.  

“Precisamos tratar da eficientização da melhor maneira possível, estudando o mercado, inclusive, quando da implementação de uma indústria ou de agronegócio. Até o local físico de instalação pode fazer a diferença. Precisamos estudar como a gente pode tratar consumo de energia em momentos fora do horário do pico, com maior economia, maior rentabilidade para o negócio. O Estado de Goiás é praticamente do agro e temos muitos irrigantes nas pontas das nossas redes em todo o estado, ou seja, é preciso estudar maneiras de dar partidas nesses motores de forma mais eficiente, como fazer esta irrigação em horários mais vantajosos. Então, temos investido bastante em eficientização energética no estado. Temos muito orgulho de poder participar e fazer parte dessa transformação”, reforça Lener Silva Jayme.

Foto: Alex Malheiros.

Além de atuar na área de educação profissionalizante, o SENAI Goiás também desenvolve programas de capacitação para eficiência energética, conforme explicou Paulo Takao Okigami, Especialista em Eficiência Energética e Geração Distribuída da entidade. “Muitas empresas e indústrias, ainda hoje, têm a visão de que fazer alguma eficiência energética, como troca de motores, troca de iluminação, é o suficiente. A grande virada na consultoria de eficiência energética que estamos fazendo no SENAI Goiás é deixar o legado da continuidade desses projetos. É preciso ter uma gestão energética na indústria. Não é só fazer a consultoria e não implementar. Por isso que temos hoje um programa, que além da consultoria de eficiência energética, nós fazemos o treinamento do pessoal, e dependendo do projeto, a gente implanta uma comissão interna de conservação de energia. Isso é muito importante, porque garante continuidade das ações”, ressaltou Okigami.

Assim como no SENAI, o Sebrae também desenvolve ações semelhantes, porém, voltadas às micro e pequenas empresas. “O Sebrae atende o empresário pequeno, encara a energia como um custo necessário. Por isso, é preciso serem feitas outras dinâmicas, colocando os objetivos do negócio dentro de um contexto de planejamento estratégico. A energia pode ser um ativo muito importante, mas também pode ser um custo decisivo, para inclusive, quebrar o negócio. No Sebrae, o tema da energia é uma linha de negócio, com um atendimento para micro e pequenas empresas, direcionada justamente para esse contexto da eficiência. Esse trabalho, que inclusive é gratuito, chama-se ‘Jornada de consumo’, onde as empresas podem solicitar e fazemos uma análise completa do negócio com esse objetivo”, detalha Michele Swistalski, Consultora do SEBRAE Energia. 

Nova NR 10

A nova NR 10, que traz impactos importantes para profissionais e empresas envolvidos com instalações e serviços em eletricidade, também esteve em debate no CINASE Goiás. A nova redação da Norma altera e moderniza substancialmente os requisitos e condições mínimas para garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que interagem, direta ou indiretamente, com instalações elétricas e serviços com eletricidade.

Integrante da bancada dos trabalhadores no Grupo de Trabalho Tripartite (GTT), do Ministério do Trabalho e Emprego, que coordenou, nos últimos cinco anos, as mudanças na NR 10, Aguinaldo Bizzo, juntamente com o também especialista do CINASE, Nunziante Graziano, apresentaram as principais mudanças que irão impactar todos os trabalhadores com eletricidade atingidos pela norma. 

Feira de negócios

Desenhada para oferecer um ambiente único e fértil de networking e negócios, a feira de exposição do CINASE Goiás, à exemplo das demais edições do evento pelo país, contou com a participação de um público altamente qualificado e com poder de decisão em suas empresas e organizações, gerando grandes oportunidades entre expositores e visitantes.  Com 35 patrocinadores, o espaço, de mais de quatro mil metros quadrados, recebeu o showroom de grandes marcas como: Embrastec; Itaipu Transformadores (Grupo Sabe); Romagnole; Ajel; Connectwell; Gimi; INK Energy; Kraper; Pextron; ABB; Choice; Cobrecom; Frontec; KRJ; Kron; Magvatech; Minuzzi; Rittal; Sei do Brasil; Weg; ADEEL; Mассомevap; Chint; Soprano; Comkap; Siemens; Trael; Elgin; S&C; Elantas; Grupo Setta; Sil; Tramontina; Blutrafos e Kraus e Naimer.

Participando pela terceira vez do evento, o Diretor da Adeel Materiais Elétricos e Iluminação, Rafael Adorno, destacou os benefícios do evento para o setor elétrico goiano e defendeu que o CINASE diminua o intervalo de tempo entre as edições no estado, atualmente, de cerca de 4 anos. “O evento vem em geral de quatro em quatro anos, e nós queremos encurtar isso. Trabalhamos muito no pré-evento, com todos os atores do segmento: poder público, concessionária, SENAI, Sebrae e claro, o setor privado, à exemplo do que o nosso painel de eficiência mostrou. Eu só tenho a agradecer e dizer que aqui é o ponto de encontro do setor elétrico e também é onde temos todos os envolvidos, desde o cliente final industrial, até o poder público, dando uma ênfase de como é o papel de um integrador, de uma distribuidora de material elétrico, dentro do mercado elétrico, que é regulado. Ele passa por uma concessionária, e essa concessionária, no caso a Equatorial, prestigiou o evento, mostrando que o momento da vez é o estado de Goiás, e por isso, o sucesso do evento”, reforçou Adorno.

Com um estande máster na feira de exposição, o empresário explicou que a estratégia da empresa no CINASE foi dividida em duas frentes: valorização dos parceiros que já conhecem a empresa e prospecção de novos parceiros. “A construção do estande foi generosa, para mostrar tudo que temos no nosso portfólio. Fizemos um trabalho muito grande voltado à prospecção de novos clientes. O resultado disso foi a captação de mais de 100 novos clientes, fora a consolidação do conhecimento. Então, o evento para nós, assim como outros, foi um sucesso. Aliás, esse CINASE, em especial, foi definitivamente o melhor que eu já participei, casa cheia”, comemorou Rafael Adorno, que destacou ainda a qualificação dos visitantes.

Outra distribuidora de material elétrico goiana que marcou presença no evento foi a Ajel. Segundo a Gerente Comercial da empresa, Eurislaine Gomes, o evento proporcionou conexões importantes com clientes, fornecedores e parceiros, além de uma boa troca de experiência com profissionais de referência do setor. “Para a Ajel Materiais Elétricos, participar do CINASE foi muito estratégico e enriquecedor. Tivemos a oportunidade de conhecer soluções e ferramentas inovadoras do mercado elétrico, ampliar nossa visão sobre as tendências do segmento e identificar necessidades do público. Foi um prazer fazer parte desse evento e contribuir para essa troca de conhecimento. Seguiremos conectados às novidades do mercado, buscando constantemente oferecer mais qualidade, inovação e as melhores soluções aos nossos clientes”, ressalta Eurislaine.

Prêmio O Setor Elétrico

Marcada por momentos de alegria, gratidão e reconhecimento, a noite de homenagens e de solenidade do Prêmio O Setor Elétrico contou com a participação de autoridades, empresários, especialistas e acadêmicos de todo o estado de Goiás. Com diversos projetos inscritos nas cinco categorias, o prêmio tem como objetivo reconhecer e dar visibilidade a projetos e iniciativas que apresentam soluções inovadoras para o setor elétrico brasileiro. Confira a seguir os vencedores da premiação, que foi realizada na noite do dia 4 de agosto, também no Centro de Eventos Goiânia:

Instalações Elétricas Industriais e Comerciais: Complexo Dubai. Empresa: Automatize Engenharia. Responsáveis pelo Projeto: Dulcirene Maria Aires; Livia de Oliveira Ribeiro; e Erica Carolina Correia Silva.

Projeto Luminotécnico: Retrofit Luminotécnico do Ipasgo – Eficiência Energética, Qualidade da Iluminação e Geração Fotovoltaica. Empresas: Senai Goiás; Grupo Equatorial Energia; Aneel; e Ipasgo Saúde. Responsáveis: Haroldo Escudelário; Gidean de Sousa Rodrigues; Paulo Takao Okigami; e Dinah David Meireles.

Pesquisa & Desenvolvimento: Sistema de Armazenamento de Energia em Baterias Íon-Li com Geração Fotovoltaica para Suprimento de Cargas Essenciais dos Serviços Auxiliares de Subestações. Empresas: UFGO; Geração Energia S.A.; e Transmissoras Cooperadas. Responsáveis: Marcelo Nogueira Bousquet; Ananias Vieira de Andrade; Mírian Pérola Rabelo de Lima; Alexandre T. A. Moreira; Enes Gonçalves Marra; José Wilson Lima Nerys; Sérgio Pires Pimentel; Leovir Cardoso Aleluia Junior; e Tiago Alves Barros Rosa.

Energias Renováveis: Rede Elétrica Inteligente da Base Aérea de Anápolis – REIBAAN. Empresas: Grupo Equatorial Energia; Equatorial Energia Maranhão; EQT LAB; Cummins; SPDT; Soluções Em Energia; SE Engenharia; UFMA; Instituto De Energia Elétrica – IEE/UFMA; Universidade Federal de Campina Grande; Technical University Of Denmark; Base Aérea de Anápolis – Baan/Força Aérea Brasileira; Fundação Sousândrade de Apoio ao Desenvolvimento Da UFMA; e Aneel/Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.

Responsáveis pelo projeto: Hércules Araújo Oliveira; Lucas de Paula Assunção Pinheiro; Orlando da Silva Santos; Júlio Cesar Mendes; José Gomes de Matos; Luiz Antonio de Souza Ribeiro; Alexandre Cunha Oliveira; Amiron Wolff dos Santos Serra; Osvaldo Ronald Saavedra; Yury Vinícius Texeira Damasceno; Alyston Claydson Verissimo do Nascimento; Khristian Augusto Freitas Nascimento; Felype Pestana Paixão; Luis Felipe Moreira Teixeira; Rodrigo da Silva Pereira; e Hellen Dianne Pereira De Souza.

Vencedor máster: 

Inovação Tecnológica:  Interligação De Barramento Aéreo Com Cabo Subterrâneo 230 Kv – Se Cachoeira Dourada. Empresas: EDP Transmissão Goiás e Centuray. Responsáveis: Danilo Moreira Ramos; Marco Antônio Carossi; Joao Paulo Ananias Silva; João Paulo Silva Oliveira; e Renato Teixeira Souza.

Homenageados do Estado do Goiás 

Na ocasião, também foram homenageadas lideranças e personalidades que são referências regionais e nacionais do segmento elétrico, são elas:

Dulcirene Aires

Atuando há mais de 44 anos no mercado de engenharia, é integrante do Grupo Automatize, que já alcançou a marca de mais de 30 milhões de metros quadrados projetados. Formada em Engenharia Elétrica pela UFG (1982), com Pós-Graduação em Especialização em Instalações Elétricas Prediais pela mesma instituição e Sócia Proprietária da Empresa Dulcirene Aires & Engenheiros Associados que faz parte do Grupo Automatize. É especialista na elaboração de projetos elétricos, iluminação de emergência, grupo gerador e subestação. Também atua com projetos de sistemas de telefonia, antena de TV, interfone, rede estruturada, sistema de segurança, infraestrutura para áudio e vídeo e sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA). Também possui larga experiência em automação, supervisão predial, gerenciamento de energia e aspiração central de pó.

Sérgio Arantes

Engenheiro eletricista formado pela UFG, com especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho pela mesma instituição. Possui mais de 40 anos de experiência no setor elétrico, com atuação nas áreas de distribuição, transmissão e obras de alta tensão. Iniciou a carreira em uma empresa de engenharia prestadora de serviços para concessionárias de energia, onde trabalhou por 19 anos, e também foi professor substituto no CEFET-GO. Atuou como sócio de empresa de engenharia antes de ingressar na Celg, em 2005, onde ocupou cargos de Superintendência nas áreas de Distribuição Metropolitana e Leste-Norte. Com a entrada da Enel em Goiás, passou a liderar as obras de alta tensão em subestações e linhas de transmissão. Atualmente, integra o Grupo Equatorial Energia como Executivo de Obras de Alta Tensão em Goiás, responsável pela coordenação de equipes de engenharia e pela expansão e construção de subestações no estado.

Carla Sena

Engenheira Eletricista e de Segurança do Trabalho, atua no setor elétrico com experiência em análise de sistemas de potência, proteção, operação e gestão técnica. Sua trajetória reúne atuação em concessionárias de energia, ensino, consultoria e pesquisa aplicada. Desenvolve cursos, conteúdos técnicos e soluções voltadas à engenharia elétrica, integrando conhecimento acadêmico e experiência prática. Seu trabalho é pautado pelo rigor técnico, pela didática e pelo compromisso com a disseminação do conhecimento.

Colemar Arruda

Possui graduação em engenharia elétrica pela UFG (1968), especialização em Engenharia Elétrica pela UFRJ (1972), especialização em Engenharia Elétrica Sistemas De Potência pela Universitat Stuttgart (1971), mestrado em Engenharia Elétrica Sistemas De Potência Pela University Of Manchester Institute Of Science And Technology (1979) e doutorado em Engenharia Elétrica pela University Of Manchester Institute Of Science And Technology (1981). Atualmente, é professor titular da UFG. Tem experiência na área de Engenharia Elétrica, com ênfase em Sistemas Elétricos de Potência, atuando principalmente nos seguintes temas: confiabilidade de sistemas de potência e confiabilidade global.