Flávio Bolsonaro fala em mudar a Constituição com maioria no Congresso
Fonte: dw.com | Data: 07/10/2026 04:08:00
Publicado 7 de outubro de 2026Última atualização 7 de outubro de 2026
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) falou nesta terça-feira (06/10) que quer mudar a Constituição durante um evento de campanha em Goiânia. O partido do senador conquistou 121 cadeiras na Câmara dos Deputados e terá 28 assentos no Senado. Trata-se do maior avanço já registrado por uma legenda de oposição e de mais um sinal da consolidação da direita no Congresso Nacional.
” O Brasil já me deu um Congresso muito mais à direita do que ele já é hoje. Com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara. Para a gente mudar a Constituição, para a gente redemocratizar este país, para as instituições voltarem a respeitar a Constituição”, disse Flávio, sem dar mais detalhes sobre o que pretende alterar.
Para aprovar Propostas de Emenda à Constituição (PEC), são necessários o voto de ao menos 308 deputados federais e 49 senadores. No entanto, a Constituição possui cláusulas que só podem ser alteradas para ampliar os direitos e não para restringi-los. Há ainda a possibilidade de ser fazer uma nova Constituição por meio de uma Assembleia Nacional Constituinte.
cn (ots)
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7 de outubro de 2026
Brasil elege 35 candidaturas LGBTQ+, a maioria mulheres e pessoas negras

O Brasil elegeu 35 candidaturas LGBTQ+ neste domingo (04/10) — 17 a mais do que em 2022 —, segundo levantamento do Instituto Plena Cidadania e da ONG VoteLGBT.
O maior salto ocorreu no Congresso Nacional: a bancada LGBTQ+ na Câmara dos Deputados mais do que triplicou em comparação com a eleição anterior, passando de quatro para 13 mandatos. No Senado, uma senadora foi eleita.
Nas assembleias legislativas, o número de deputadas estaduais passou de 13 para 20. Na Câmara Distrital, em Brasília, o mandato conquistado em 2022 foi mantido.
Mulheres são maioria
Mulheres e pessoas negras constituem a maioria dos eleitos: 27 são mulheres (77%), sendo sete trans e travestis, e 22 (57%) são negras. Todas as 35 candidaturas eleitas são de partidos de esquerda: PT (17), PSOL (14), PCdoB (3) e PV (1).
O número de candidaturas LGBTQ+ também aumentou em quatro anos: passou de 327 para 519. A maioria (79,1%) concorreu por legendas de esquerda.
O levantamento não considera candidaturas eleitas de pessoas aliadas da causa LGBTQ+.
Veja, abaixo, a lista de eleitos.
Senado
- Samanda de Lula (PT-RN)
Câmara dos Deputados
- Anielle Franco (PT-RJ)
- Bella Gonçalves (PT-MG)
- Daiana Santos (PCdoB-RS)
- Dandara (PT-MG)
- Duda Salabert (PSOL-MG)
- Erika Hilton (PSOL-SP)
- Fábio Felix (PSOL-DF)
- Giovana Mondardo (PCdoB-SC)
- Guilherme Cortez (PSOL-SP)
- Maria Marighella (PT-BA)
- Rick Azevedo (PSOL-RJ)
- Rosa Amorim (PT-PE)
- Thabatta Pimenta (PV-RN)
Assembleias Legislativas
- Açucena (PT-ES)
- Dani Balbi (PCdoB-RJ)
- Dani Monteiro (PSOL-RJ)
- Duda Hidalgo (PT-SP)
- Ediane Maria (PSOL-SP)
- Fabrício Rosa (PT-GO)
- Flávio Brasileiro (PT-PB)
- Iza Lourença (PSOL-MG)
- Jean Volpato (PT-SC)
- Keit Lima (PSOL-SP)
- Linda Brasil (PSOL-SE)
- Monica Das Pretas (PSOL-SP)
- Natasha (PT-RS)
- Paula Da Bancada Feminista (PSOL-SP)
- Rodrigo Mar (PT-SP)
- Sofia Favero (PSOL-SP)
- Thainara Faria (PT-SP)
- Tiago Botelho (PT-MS)
- Verônica Lima (PT-RJ)
- Vilma Reis (PT-BA)
Câmara Distrital
- Keka Bagno (PSOL-DF)
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6 de outubro de 2026
Nova Câmara redesenha forças e amplia peso da direita

O pleito de 2026 entrou para história ao sacramentar o recorde obtido pelo PL, partido do presidenciável Flávio Bolsonaro, que conquistou 121 cadeiras na Câmara dos Deputados. Trata-se do maior avanço já registrado por um partido de oposição e de mais um sinal da consolidação da direita no Congresso Nacional.
Enquanto, no Senado, os partidos ligados ao bolsonarismo terão força inédita para influenciar a composição do Supremo Tribunal Federal (STF), o peso do PL na Câmara mais poderosa da história democrática do país dará à legenda influência sem precedentes sobre o próximo presidente eleito. Leia mais
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Publicado 5 de outubro de 2026Última atualização 5 de outubro de 2026
Rubio diz que 2º turno na eleição brasileira era “esperado”
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, evitou comentar nesta segunda-feira (05/10) a eleição presidencial brasileira e afirmou que aguardará o resultado do segundo turno, marcado para 25 de outubro.
“Haverá um segundo turno. Acho que todos esperavam isso, então vamos ver o que acontece”, disse Rubio ao ser questionado por jornalistas antes de embarcar para uma viagem à Europa.
As declarações foram dadas um dia depois de o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva por dois pontos percentuais.
Nos últimos meses, o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs tarifas sobre grande parte dos produtos brasileiros e adotou medidas diplomáticas e políticas contra o Brasil, entre elas a revogação do visto da embaixadora brasileira em Washington.
Lula vê interferência no processo eleitoral
O governo Lula classificou as medidas como uma tentativa de interferência no processo eleitoral em favor de Flávio Bolsonaro.
Na sexta-feira, os Estados Unidos suspenderam os serviços consulares no Brasil por “motivos de segurança”. As atividades foram retomadas nesta segunda-feira, após a realização do primeiro turno.
Desde que voltou à Presidência, em janeiro de 2025, Trump tem manifestado apoio a candidatos de direita na América Latina e chegou a atribuir a si parte do mérito por algumas de suas vitórias eleitorais.
gq (EFE)
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5 de outubro de 2026
Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2° turno
O ex-presidente Michel Temer (MDB) anunciou nesta segunda-feira (05/10) que apoia a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto.
Em um vídeo publicado nas suas redes sociais, Temer disse que o povo brasileiro quer “reconexão” após o resultado do primeiro turno mostrar Flávio à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa a reeleição.
“O povo brasileiro, autoridade única da democracia, deixou claro que deseja mudança. Quer atenção e respeito. Quem entendeu isso foi reeleito, deu-se a renovação”, disse Temer. “A sociedade não quer fórmulas repetidas e discursos grosseiros. Quer novas ideias, novas atitudes, novos projetos e um caminho diferente. Quer, portanto, reconexão. E reconexão é Flávio”, disse.
Antigo vice-presidente aliado do PT que rompeu com a então presidente Dilma Rousseff em 2016, vindo a assumir o Planalto após o impeachment da petista, Temer se aproximou de Jair Bolsonaroa partir de 2019, atuando em alguns momentos como conselheiro informal do ex-presidente de extrema direita.
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Publicado 5 de outubro de 2026Última atualização 5 de outubro de 2026
Mercado brasileiro reage com euforia a vantagem de Flávio no 1º turno
O real teve valorização acima de 4% em relação ao dólar na manhã desta segunda-feira (05/10), um dia depois de Flávio Bolsonaro (PL) obter mais votos que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno e se projetar como favorito ao governo federal.
Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado, Flávio obteve 47% dos votos, superando as projeções das pesquisas — 2,2 milhões a mais que Lula, com 45,2% dos votos válidos.
A moeda brasileira chegou a ficar abaixo da marca de R$ 5,00 por dólar, após ser negociada anteriormente em torno de R$ 5,22. O movimento está em linha com previsões de analistas e com o desempenho observado há quatro anos, quando Jair Bolsonaro também teve um resultado melhor do que o esperado no primeiro turno.
As negociações iniciais na bolsa brasileira também indicavam uma abertura forte para as ações nacionais. Os contratos futuros do Ibovespa dispararam mais de 8%. O ETF MSCI Brazil, negociado em Frankfurt, avançava mais de 16%, enquanto ações de empresas brasileiras listadas no exterior, como Itaú Unibanco e Petrobras, também registravam ganhos.
A dívida externa brasileira também se valorizou, enquanto os mercados de renda fixa em geral mostravam nervosismo.
“Esperamos uma forte valorização dos ativos brasileiros”, declarou Thierry Larose, gestor de portfólio da Vontobel, à agência de notícias Reuters.
Analistas esperam que o real continue se fortalecendo até 2027. O banco Société Générale projeta que a moeda alcance R$ 5,10 por dólar até o fim de 2026, com possibilidade de cair abaixo de R$ 5,00 no primeiro semestre de 2027. Já o Morgan Stanley prevê que o dólar possa recuar para menos de R$ 4,90 e se aproximar de R$ 4,50 no primeiro trimestre do próximo ano.
O que explica o clima de otimismo entre investidores?
Flávio tem se apresentado a investidores como uma versão “mais moderada” de seu pai, defendendo uma agenda pró-mercado que inclui maior controle dos gastos públicos, privatizações e redução de impostos.
“Resta saber se Flávio Bolsonaro acabará sendo mais responsável fiscalmente do que Lula em um eventual quarto mandato presidencial. No entanto, os mercados provavelmente lhe concederão o benefício da dúvida”, disse Larose.
“O mercado quer mudança”
“O mercado quer mudança, quer reformas, não quer um déficit público elevado; com o governo atual, tudo isso continuará”, disse Pedro Galdi, analista de investimentos da plataforma AGF Investments, à Reuters.
Há quatro anos, o real se valorizou mais de 4% frente ao dólar e o índice Bovespa avançou 5,5% no dia seguinte ao desempenho acima do esperado de Jair Bolsonaro no primeiro turno contra Lula.
O forte desempenho de Bolsonaro tende a aumentar a confiança dos mercados no curto prazo, afirmou Bryan Harris, sócio-diretor da Sabio.
“O mercado estará atento a sinais claros de Bolsonaro de que ele está realmente comprometido em enfrentar os problemas do país”, disse Harris.
Em 2022, Jair Bolsonaro acabou derrotado por Lula no segundo turno.
ra/le (Reuters, AFP)
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5 de outubro de 2026
Erika Hilton é a deputada federal mais votada do Brasil

A deputada federal Erika Hilton, do PSOL, foi reeleita com uma votação histórica, tornando-se a mulher mais votada já eleita para a Câmara dos Deputados. Com 1.596.472 votos em São Paulo, a parlamentar superou o recorde que pertencia a Joice Hasselmann, eleita em 2018 com 1.078.666 votos.
Aos 33 anos, Erika também registrou a segunda maior votação do estado, atrás apenas de Lucas Pavanato, do PL. O desempenho representa um crescimento expressivo em relação a 2022, quando conquistou seu primeiro mandato na Câmara, com 256.903 votos. Com forte apoio entre o eleitorado jovem, a deputada consolida sua posição como uma das principais lideranças da esquerda brasileira.
Nascida em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, Erika foi eleita em 2020 vereadora da capital paulista, tornando-se a mulher mais votada do país para um Legislativo municipal. Dois anos depois, entrou para a história como a primeira mulher negra e trans eleita deputada federal.
No Congresso, ganhou destaque pela atuação em pautas ligadas aos direitos das mulheres, da população negra e da comunidade LGBTQIA+, além de liderar o debate sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1. Em 2025, apresentou uma proposta de emenda à Constituição que previa semana de quatro dias de trabalho, com limite de 36 horas semanais.
Em março deste ano, Erika se tornou a primeira mulher trans a presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.
Ao comemorar a reeleição, em transmissão nas redes sociais, Erika destacou o peso simbólico da votação e a responsabilidade que ela implica. “Esta, com certeza, é uma noite de celebração, uma noite histórica, mais um capítulo da história que fica marcado. Quero dizer da responsabilidade que nós temos diante do futuro. Vamos celebrar, vamos comemorar as eleições, os números que nos foram entregues nas urnas, mas, amanhã, levantaremos com o compromisso de seguir lutando pelo país que a gente acredita, pela vida das pessoas, por um projeto mais plural.”
sf/cn (ots)
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5 de outubro de 2026
Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato superam 3 milhões de votos para Câmara

O PL elegeu os dois deputados federais mais votados da história do Brasil nas eleições gerais deste domingo (04/10).
O mineiro Nikolas Ferreira e o paulista Lucas Pavanato ultrapassaram a marca de 3 milhões de votos e superaram com grande folga o recorde que pertencia ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro, eleito em 2018 com 1,8 milhão de votos.
Aos 30 anos, Ferreira é formado em Direito pela PUC-Minas. Ele foi o vereador mais votado da capital mineira em 2020, com 29,4 mil votos. Em 2022, tornou-se o deputado federal mais votado do país, com 1.492.047 votos, mas ainda abaixo do recorde histórico deste ano, de 3.119.318 votos.
O youtuber Lucas Pavanato, de 28 anos, obteve 3.038.438 de votos. Nascido em Sorocaba, ele se define como empresário e administrador e iniciou sua trajetória política em 2018 como estagiário no gabinete do então vereador Fernando Holiday. Após disputar uma vaga na Assembleia Legislativa paulista em 2022, quando ficou na suplência com mais de 36 mil votos, Pavanato ganhou projeção ao ser o vereador mais votado da cidade de São Paulo em 2024, com 161,4 mil votos.
O desempenho dos dois candidatos destaca a força eleitoral da direita nas redes sociais e nas grandes cidades.
Na divulgação de despesas nestas eleições, disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Pavanato declarou que sua campanha gastou cerca de R$ 1,06 milhão, sendo mais da metade deste valor (R$ 572.021) direcionada ao impulsionamento de conteúdo em redes sociais.
Ferreira declarou gastos de R$ 280,4 mil, sendo R$ 30 mil com impulsionamento de conteúdo.
Além de garantir as duas maiores votações já registradas para a Câmara dos Deputados, Ferreira e Pavanato ajudaram a ampliar a bancada do PL. Entre os dez deputados mais votados do país, seis são ligados a partidos de direita e quatro a legendas de esquerda.
A eleição deste ano também foi marcada por outro feito histórico: Erika Hilton (PSOL-SP) ultrapassou 1,5 milhão de votos e se tornou a mulher mais votada da história para a Câmara dos Deputados. Ela foi a segunda colocada em São Paulo, com a metade da votação de Pavanato.
sf/as (Agência Câmara, OTS)
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5 de outubro de 2026
Netanyahu deseja “grande vitória” a Flávio Bolsonaro
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, desejou nesta segunda-feira (05/10) uma “grande vitória” para o candidato Flávio Bolsonaro (PL), que saiu vitorioso no primeiro turno da disputa pela Presidência da República e disputará o segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Tenho muita vontade de restabelecer a extraordinária amizade entre Israel e Brasil. Meus melhores votos para tua grande vitória, meu amigo”, declarou Netanyahu na rede social X.
as (AFP, OTS)
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5 de outubro de 2026
Como foi a eleição presidencial na Ásia
https://p.dw.com/p/5Nl3I
5 de outubro de 2026
Como foi a eleição presidencial na América
https://p.dw.com/p/5Nl38
5 de outubro de 2026
Como foi a eleição presidencial na África
https://p.dw.com/p/5Nl2J
5 de outubro de 2026
Como foi a eleição presidencial na Europa
https://p.dw.com/p/5Nl13
5 de outubro de 2026
Venezuelana María Corina Machado felicita Flávio Bolsonaro
A líder da oposição venezuelana e vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, María Corina Machado, felicitou o candidato Flávio Bolsonaro (PL) pela vantagem no primeiro turno da eleição presidencial.
“O meu respeito e carinho ao povo do Brasil por uma jornada democrática exemplar, em que pode exercer com orgulho a soberania popular através do voto. O meu reconhecimento a Flávio Bolsonaro, vencedor desta primeira volta”, escreveu Machado numa mensagem publicada na rede social X.
as (Lusa)
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5 de outubro de 2026
Milei parabeniza Flávio Bolsonaro pela vitória no primeiro turno

O presidente da Argentina, Javier Milei, parabenizou neste domingo (04/10) o candidato Flávio Bolsonaro (PL) por sua vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno da eleição presidencial.
“A liberdade avança no Brasil. Parabéns, querido amigo Flávio Bolsonaro, por esta histórica eleição frente ao comunista Lula”, escreveu o presidente argentino.
A postagem na rede social X inclui uma foto de Milei ao lado de Flávio Bolsonaro e a mensagem “a vitória não depende da quantidade de soldados, mas das forças que vêm do céu”.
as (Efe)
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