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Energia solar por assinatura gera R$ 267 milhões em economia para consumidores em três anos

Fonte: canalbioenergia.com.br | Data: 09/10/2026 09:38:25

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Geração distribuída vem avançando no país e atende hoje cerca de 7,2 milhões de consumidores, segundo a ANEEL

Ganhar fôlego no orçamento e reduzir despesas é uma preocupação presente na rotina de muitos brasileiros. Nesse cenário, a conta de energia elétrica representa uma despesa recorrente e qualquer redução no valor pago pode contribuir para equilibrar o orçamento de famílias e pequenos negócios.

É neste contexto que a energia solar por assinatura virou uma alternativa viável e que traz economia concreta na conta de luz, um mercado em que a Órigo Energia atua e com bons resultados. Em três anos, a companhia gerou R$ 267 milhões em economia para os seus clientes, contribuindo para aliviar um pouco o bolso do consumidor. “Ainda existe o mito de que a energia solar é cara e inacessível. Hoje, ela deixou de ser um privilégio de poucos e passou a estar mais presente na vida de milhares de famílias e pequenos negócios. A Órigo atua exatamente para democratizar o acesso à energia solar no Brasil por meio de um modelo de geração compartilhada que permite que pessoas e empresas economizem na conta de luz sem precisar instalar placas solares”, explica Aurélio Bustilho, CEO da Órigo Energia.

O setor de Geração Distribuída (GD) avançou de forma significativa nos últimos anos e passou de 36,2 GW de capacidade instalada em 2024 para cerca de 45 GW em 2025, enquanto o número de consumidores atendidos chegou a 7,2 milhões, segundo dados da ANEEL.

O avanço tem forte participação dos consumidores residenciais, que representavam 62,4% das unidades consumidoras de geração distribuída solar no início de 2026. Os consumidores comerciais respondiam por 24,4% e os rurais, por 10,6%, segundo dados da ANEEL.

No modelo operado pela Órigo, a economia pode chegar a 30%, dependendo de fatores como o estado, a distribuidora local e o perfil e o valor médio do consumo de energia do cliente. “Não trabalhamos com um valor mensal único de economia porque o resultado varia significativamente de acordo com o consumo e as características da unidade consumidora. Naturalmente, uma empresa ou propriedade rural com consumo mais elevado pode ter uma economia nominal maior do que uma residência, ainda que o percentual de economia seja semelhante”, detalha Aurélio.

O consumidor permanece vinculado à distribuidora local e recebe créditos pela energia produzida em uma fazenda solar, que são compensados na conta de luz. A contratação pode ser feita de forma digital, com cadastro, envio da conta e escolha do plano. Após a conexão com a distribuidora, os créditos passam a ser compensados mensalmente, processo que pode levar até 90 dias, dependendo da região. Após todo o processo de contratação, os clientes podem acompanhar contratos, economia, documentos e serviços pelo App e pelo Portal Órigo.

Números mostram impacto da economia para os consumidores

A Órigo encerrou 2025 com 115 mil clientes, 420 fazendas solares, 771,9 MWp de capacidade instalada e presença em 12 estados e no Distrito Federal. No ano, a companhia gerou aproximadamente 1.142 GWh de energia renovável.

A economia gerada aos consumidores também avançou: passou de R$ 50 milhões em 2023 para R$ 81 milhões em 2024 e ultrapassou R$ 136 milhões em 2025. O resultado reforça o potencial da geração compartilhada para ampliar o acesso à energia solar sem a necessidade de instalação de painéis ou investimento em uma estrutura própria.

Esse impacto também aparece em iniciativas sociais da própria companhia: em 2025, o Programa Órigo Social gerou cerca de R$ 900 mil em economia na conta de luz para 73 instituições sociais, permitindo que esses recursos fossem direcionados às atividades-fim das organizações.

“A expansão da geração compartilhada mostra que o acesso à energia solar pode acontecer de forma simples e sem a necessidade de investimentos em uma estrutura própria. Nosso objetivo é continuar ampliando esse acesso, levando economia para mais consumidores e contribuindo para uma matriz energética cada vez mais renovável”, finaliza Aurélio. (Assessoria)