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Oito correspondentes bancários são autuados em Fortaleza por irregularidades

Fonte: opovo.com.br | Data: 12/10/2026 13:10:07

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Fortaleza

Oito correspondentes bancários são autuados em Fortaleza por irregularidades

Fiscalização do órgão foi realizada entre os dias 29 de setembro a 2 de outubro, e identificou falta de alvará de funcionamento, recursos de acessibilidade dentre outros problemas

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Usada para todas matérias e reportagens que retratem fatos ou descrevam situações. Matéria baseada em fatos observados e verificados pelo repórter com fontes diversas. Notícias não possuem a opinião do repórter. Quando há análise, deve haver as duas definições: notícia e análise.


Publicado às 10:30, 12/10/2026

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Resumo

  • O Decon autuou oito correspondentes bancários em Fortaleza por falhas na prestação de informações sobre crédito, falta de cópias de contratos e ausência de documentação obrigatória.

Fiscalização realizada pelo Departamento Estadual de Defesa do Consumidor (Decon), do Ministério Público do Ceará, autuou oito correspondentes bancários em Fortaleza, que oferecem serviços e produtos financeiros como empréstimos e financiamentos.

A fiscalização foi realizada entre os dias 29 a 2 de outubro, e detectou falhas na prestação de informações sobre operações de crédito, além da falta de disponibilização de cópias de contratos e ausência de documentação obrigatória para o funcionamento do estabelecimento.

Foram autuadas:

  • ColaresCred (bairro Montese)

  • Confia Cred (bairro Centro)

  • Consig Express (bairro Parangaba)

  • Crefisa (bairro Centro)

  • Help (bairro Montese)

  • Lojas Concred Ceará (bairro Centro)

  • Ragazzi Promotora (bairro Centro)

  • Solution Serviços (bairro Centro)

As empresas têm vinte dias corridos, contados após o recebimento da notificação, para apresentar defesa.

Em alguns locais, as equipes do Decon também identificaram a falta do livro de reclamações do consumidor, de exemplar do Código de Defesa do Consumidor, de Certificado de Conformidade Corpo de Bombeiros, bem como de alvará de funcionamento.

Em alguns casos também foi identificada a falta de acessibilidade, como ausência de rampas, corrimãos e sanitários adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Além disso, uma das empresas recusou fornecer cópias dos contratos de crédito à equipe do Decon.

“A participação da população é fundamental para fortalecer as ações de fiscalização. Consumidores que identificarem possíveis irregularidades podem registrar denúncias junto ao órgão” disse a promotora de Justiça Ann Celly Sampaio, que atua como secretária-executiva do órgão de defesa do consumidor.

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