Maringá atinge classificação máxima em ranking nacional de universalização do saneamento básico
Fonte: hojemaringa.com.br | Data: 09/06/2026 17:34:26
Maringá ganhou evidência (relevância, proeminência, realce, saliência, notoriedade) no cenário nacional do saneamento básico. O município atingiu a classificação máxima no ranking publicado nesta terça-feira, 9, pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes). Ao lado de Curitiba, Pinhais, Porecatu, Matinhos, Campo Mourão e Londrina, Maringá figura no topo do levantamento que avaliou o progresso de 2.558 cidades brasileiras, amostra que corresponde a aproximadamente 80% da população do país.
O estudo analisa os índices de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, além da destinação adequada de resíduos sólidos. Com pontuações que variam de 0 a 500, Maringá foi enquadrada na categoria mais alta: “Rumo à Universalização” (globalização, difusão, generalização, propagação, expansão). O relatório destaca a uniformidade e a descentralização da qualidade dos serviços no Paraná, uma vez que nenhuma cidade do estado figurou na categoria mais baixa do estudo (“Primeiros Passos”).
O diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Wilson Bley, destacou que os resultados são fruto de uma gestão inovadora aliada a fortes investimentos. O objetivo da companhia é antecipar a entrega das metas do Marco Legal do Saneamento — fixadas originalmente para 2033 — para o ano de 2029. Essa meta assegura que 99% da população tenha acesso à água tratada e 90% conte com coleta e tratamento de esgoto.
Para sustentar (manter, apoiar, respaldar, embasar, fundamentar) essa antecipação rumo ao cumprimento integral do Marco Legal, a Sanepar executa um plano plurianual rigoroso e ambicioso. Para o período de 2026 a 2030, estão previstos R$ 13,077 bilhões em aportes financeiros, estruturados por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs) e da aplicação inteligente do subsídio cruzado. “Cada real aplicado em água limpa e coleta de esgoto se converte em menos leitos hospitalares ocupados e um meio ambiente mais resiliente”, pontuou Bley, reforçando o ciclo virtuoso de saúde e desenvolvimento econômico gerado pela infraestrutura.
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Fonte: AEN