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Governo altera composição de grupo para hospitais inteligentes e medicina de alta precisão

Fonte: otempo.com.br | Data: 24/06/2026 08:49:10

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O governo federal oficializou, por meio do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (23/6/2026), a Portaria GM/MS nº 11.693, que altera a estrutura do grupo de trabalho (GT) responsável pela organização da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes e Medicina de Alta Precisão. A medida, assinada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, modifica a composição original do colegiado instituído no fim de 2025, visando otimizar a articulação entre as diferentes secretarias do Ministério da Saúde para a implementação de tecnologias de ponta no Sistema Único de Saúde (SUS).

A resolução estabelece que o grupo de trabalho passa a contar com oito representantes fixos, oriundos de áreas estratégicas da pasta. A coordenação dos trabalhos caberá a um integrante da Secretaria-Executiva, que detém a função de organizar as políticas administrativas e financeiras do ministério. A mudança busca garantir que o projeto de modernização hospitalar esteja alinhado às diretrizes de gestão central do governo federal, permitindo uma execução mais célere das metas de inovação digital e infraestrutura.

Composição e secretarias envolvidas

Além da Secretaria-Executiva, o colegiado terá a participação de representantes da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES), responsável pela gestão da rede de hospitais e serviços de média e alta complexidade, e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, que lida diretamente com a incorporação de novas tecnologias e protocolos clínicos de alta complexidade.

Outro ponto relevante na nova composição é a presença da Secretaria de Informação e Saúde Digital, pasta fundamental para o conceito de “hospitais inteligentes”. A unidade é encarregada de gerir o prontuário eletrônico nacional, a telessaúde e a interoperabilidade de dados entre as unidades de saúde. A lista de membros é completada por representantes das seguintes áreas:

A inclusão da assessoria internacional sinaliza a intenção do governo em buscar parcerias e benchmarks externos para a consolidação da medicina de alta precisão no Brasil. Esse campo da saúde utiliza informações genéticas, ambientais e de estilo de vida para oferecer diagnósticos e tratamentos personalizados, o que demanda alta capacidade de processamento de dados e equipamentos de última geração.

O conceito de hospitais inteligentes

A criação da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes faz parte de uma estratégia de longo prazo para reduzir gargalos operacionais e melhorar a eficiência do atendimento público. Hospitais inteligentes (smart hospitals) são unidades que utilizam a Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial (IA) e análise de Big Data para otimizar desde o fluxo de pacientes até a manutenção preventiva de equipamentos médicos.

Com a alteração publicada nesta terça-feira, a pasta da Saúde pretende acelerar os estudos técnicos que fundamentarão a compra de equipamentos, a capacitação de profissionais e a integração tecnológica dos hospitais universitários e de referência em todo o país. A medicina de alta precisão, mencionada na portaria, é vista como o próximo passo para o tratamento de doenças oncológicas e raras dentro do SUS, permitindo intervenções mais eficazes e com menos efeitos colaterais para os pacientes.

As mudanças na portaria entram em vigor imediatamente. O GT terá a missão de apresentar cronogramas e diagnósticos sobre a viabilidade financeira e técnica para a expansão dessa rede, que deve contar com o apoio de institutos de pesquisa e da iniciativa privada por meio de acordos de cooperação técnica.

A equipe de O TEMPO produziu esta reportagem automaticamente por meio de inteligência artificial, com base em dados oficiais. O conteúdo passou por um processo prévio de verificação para a sua elaboração. Se você encontrar algum erro, por favor, nos informe pelo e-mail inteligenciaartificial@otempo.com.br.