Defesa de cirurgião plástico se manifesta sobre morte de empresária em Ilhéus e nega fuga do médico
Fonte: verdinhoitabuna.blog.br | Data: 27/08/2026 04:02:19
A assessoria jurídica do médico Rossini Tebaldi Ruback divulgou uma nota oficial de esclarecimento a respeito do falecimento da empresária Adriele da Silva Pinto, de 31 anos, ocorrido após um procedimento cirúrgico no Hospital Vida Memorial, em Ilhéus. No comunicado, assinado pelo advogado Erick Achy de Oliveira, o profissional expressou profunda solidariedade aos familiares e amigos da paciente, assegurando que toda a equipe médica empenhou os máximos esforços para tentar salvar a vida da jovem.
Segundo a defesa, a intervenção cirúrgica foi realizada em uma unidade hospitalar devidamente licenciada e com centro cirúrgico habilitado, contando com o acompanhamento contínuo de uma médica anestesiologista. A nota ressalta ainda que Rossini é cirurgião plástico regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina e detentor do Registro de Qualificação de Especialista (RQE). De acordo com a versão apresentada, o ato cirúrgico transcorreu sem intercorrências e, apenas na fase final, a paciente sofreu uma alteração súbita e grave em seu quadro clínico.
Vídeo da família de Adriele:
A equipe jurídica alega que os sinais identificados pelo prontuário foram compatíveis com hipertermia maligna, uma condição rara, grave e imprevisível, desencadeada pela suscetibilidade individual a certos agentes anestésicos, a qual não pode ser identificada em exames pré-operatórios de rotina. A defesa sustenta que foram adotadas todas as manobras de emergência, incluindo o uso de medicação específica e o auxílio de um médico cardiologista, mas a paciente não respondeu às tentativas de reanimação.
Sobre as acusações de que a equipe teria abandonado o hospital após o óbito, a nota desmente a versão da família e afirma que ocorreu um episódio de violência e depredação nas dependências da unidade hospitalar logo após a comunicação do falecimento. Por orientações da equipe de segurança, o cirurgião e os assistentes permaneceram abrigados em um local protegido dentro do hospital até a chegada da Polícia Militar. O médico reiterou que não houve omissão de socorro ou fuga e colocou-se à disposição das autoridades policiais e do conselho de classe para prestar todos os esclarecimentos necessários.

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