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Detalhe intrigante amplia mistério sobre amigos atingidos por metrô

Fonte: baccinoticias.com.br | Data: 15/09/2026 10:04:32

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A morte de dois amigos de 24 anos no metrô de Nova York continua cercada por dúvidas. Não há sinais de que eles tenham sido empurrados, e a polícia investiga se uma tentativa de resgate e uma possível alteração de consciência contribuíram para a tragédia.

Amigos foram mortos no metrô
Amigos foram mortos no metrô

A investigação sobre as mortes de Malaika Chitre e Navam Kaul, ambos de 24 anos, ganhou novos elementos nos Estados Unidos. Os amigos foram atingidos por um trem depois de serem vistos sentados nos trilhos do metrô de Nova York.

O acidente aconteceu por volta das 3h15 do domingo (13), nas proximidades da estação Spring Street, em Manhattan. Uma composição da Linha 4 seguia em direção ao sul quando o condutor avistou os jovens na via.

O maquinista acionou o freio de emergência, mas não conseguiu parar a tempo. Equipes de resgate foram chamadas, porém Malaika e Navam morreram no local. Cerca de 100 passageiros precisaram deixar o trem após a colisão.

Imagens analisadas pelas autoridades mostram os dois sentados nos trilhos e interagindo pouco antes do impacto. O comportamento despertou dúvidas sobre por que eles não deixaram a área mesmo diante da aproximação da composição.

Uma das hipóteses preliminares indica que Navam pode ter descido ou caído na via e que Malaika foi atrás dele para ajudá-lo. A dinâmica, entretanto, ainda não foi confirmada pelas autoridades responsáveis pela investigação.

A polícia informou que não encontrou indícios de que os amigos tenham sido empurrados. Também não foi localizada nenhuma mensagem de despedida. A possibilidade de que álcool ou alguma substância tenha prejudicado a percepção dos jovens é investigada, mas não há confirmação de que eles estivessem embriagados.

Quem eram os amigos mortos no metrô:

Malaika e Navam eram amigos de longa data e tinham ligação com a Universidade Rutgers. Ela trabalhava em uma empresa farmacêutica e seguia os estudos na área de Farmácia. Ele atuava como analista de dados financeiros na Bloomberg. Pessoas próximas descreveram os dois como jovens queridos, inteligentes e no início de carreiras promissoras.

A polícia de Nova York aguarda exames e continua analisando as imagens para esclarecer como os amigos chegaram aos trilhos e por que não conseguiram escapar. A hipótese de um último gesto de ajuda permanece entre as possibilidades de uma tragédia ainda cercada por perguntas.

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