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Crise no STF atrasa decisão de Mendonça sobre delação de ex-dono da Reag

Fonte: metropoles.com | Data: 20/09/2026 05:07:44

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Reprodução/LinkeDIn
Foto colorida de João Carlos Mansur, fundador da Reag Investimentos - Metrópoles

A crise no STF tem contribuído para atrasar a decisão do ministro André Mendonça sobre homologar ou não a delação premiada do empresário João Carlos Mansur, ex-dono da gestora Reag, no âmbito do Caso Master.

A proposta de colaboração foi assinada pelo empresário com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e enviada ao gabinete de Mendonça no final de agosto. Desde então, porém, ainda não houve decisão do ministro.

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Ministro André Mendonça, do STF

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Ministro André Mendonça, do STF

Rosinei Coutinho/STF

João Carlos Mansur, fundador da Reag Investimentos

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João Carlos Mansur, fundador da Reag Investimentos

Reprodução/LinkeDIn

Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro

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Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro

Foto: Divulgação

Antônio Carlos Freixo Júnior

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Antônio Carlos Freixo Júnior

Divulgação/Entrepay

Como a coluna noticiou, Mansur foi ouvido em 3 de setembro por um juiz auxiliar do gabinete de Mendonça na chamada audiência de voluntariedade, destinada a verificar se a colaboração foi firmada de maneira espontânea.

A demora de Mendonça no caso do ex-dono da Reag contrasta com a rapidez adotada pelo ministro do STF em relação à delação premiada do empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como Mineiro.

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da Coluna Igor Gadelha

No caso de Mineiro, o ministro do Supremo homologou a colaboração em 9 de setembro, apenas um dia depois da audiência de espontaneidade, também conduzida por um juiz auxiliar do gabinete de Mendonça.

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Interlocutores de Mendonça argumentam que as duas delações têm níveis de complexidade diferentes. A de Mineiro seria mais simples, enquanto a de Mansur reúne mais anexos, o que exigiria uma análise mais detalhada.

Auxiliares do ministro afirmam que, nas últimas duas semanas, Mendonça teria focado sua atenção na crise interna do Supremo, marcada por uma guerra velada entre ele e o grupo do ministro Alexandre de Moraes.