Galeára Matos: Escolas livres de Formação em arte e Cultura.
Fonte: mais.opovo.com.br | Data: 02/10/2026 01:32:50
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Escola livre é aquela pensada por Paulo Freire, é a escola que liberta para o pensar, para o sentir e agir. O Projeto Político Pedagógico dessa escola que queremos estar a serviço da Arte, da Cultura da educação formal e educa para a sensibilidade.
Escolas livres de Formação em arte e Cultura é a escola da boniteza. Boniteza na linguagem de Paulo Freire é palavra de esperança em tempos de desalentos. Tem a ver com políticas públicas que reconheçam a arte e a cultura de um povo.
Escolas livres de Formação em arte e cultura é um programa do Ministério da Cultura MinC, junto com o Ministério da educação MEC, que faz parcerias com algumas instituições da sociedade civil. O Objetivo deste programa é reconhecer fortalecer e ampliar ações que promovem a arte a cultura para populações mais vulneráveis.
Atualmente mais de 68 organizações por todo o Brasil se beneficiam com essa política pública que tem arte e cultura como bandeira. É um intercambio artístico e pedagógico, por meio de editais as entidades comtempladas, alinham seus projetos políticos pedagógicos e passam a fazer parte da Rede Nacional de Escolas livres.
O MinC, acompanha de perto e de longe esta ação que passou a ser a pupila dos olhos da Ministra Margareth Menezes. Para ver de perto as ações do Programa acontecendo em Fortaleza, a ministra visitou o Centro Educacional da juventude São João Batista Piamarta, beneficiado com esse programa, ouviu a banda de música Luiza Tavora tocar; “ramalhete de flor “composição da própria ministra. A emoção tomou de conta de seu coração, e ela cantou e dançou como uma mulher que é feita só de arte.
O programa Escolas livres de Formação e Cultura entregou 600 livros e material didático para uma biblioteca no bairro da Serrinha. Inaugurou duas unidades do MovCeu espaços culturais itinerantes que percorrerão alguns bairros da cidade, levando cultura e arte.
O coral infantil do Piamarta cantou para os visitantes do MinC, “coração bobo” de Alceu Valença. E cantou bem afinado: gente, se ilude dizendo: já não há mais coração.
Pois, o Minc tem coração.