Campanha de Flávio critica decisão de corregedor do TSE que liberou canal no WhatsApp criado por Janones: “Sempre a fa
Fonte: blogdobg.com.br | Data: 11/10/2026 17:16:50
Foto: Breno Esaki/Metrópoles/Mario Agra/Câmara dos Deputados
A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou neste domingo (11) a decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que suspendeu a ordem do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques para retirada do canal “Exército do Lula” do WhatsApp. Em nota, a equipe classificou a medida como “complacência” com a disseminação de notícias falsas favoráveis ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O canal, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e com mais de 3 milhões de inscritos, havia sido retirado do ar por determinação de Nunes Marques, após pedido de campanha de Flávio. A decisão apontou suspeitas de divulgação de conteúdos considerados falsos pela Justiça Eleitoral. Posteriormente, Cueva determinou o restabelecimento do canal, por entender que não havia provas suficientes para justificar uma restrição tão abrangente.
Na manifestação, a campanha de Flávio também questionou a competência do corregedor para analisar aspectos relacionados ao plano de conformidade firmado entre a Meta e a Justiça Eleitoral. Segundo a equipe, a fiscalização desse acordo caberia ao presidente do TSE. A campanha afirmou ainda que seu objetivo é garantir o cumprimento da lei e combater a desinformação.
Confira a íntegra da nota da campanha de Flávio Bolsonaro:
É estarrecedora a adoção de decisões que revelam complacência com a descarada disseminação de fake News a favor de Lula. O canal de fake News que havia sido derrubado pela Presidência do TSE não apenas disseminava conteúdo falso abertamente, como também orientava milhões de seguidores a se comportarem de forma a fugir dos controles da Justiça Eleitoral e da própria Plataforma. É acintoso.
As diversas ações na Justiça Eleitoral possuem conteúdos distintos e efeitos diversos.
Jamais se colocou ao Corregedor, na imensa Ação de Investigação Judicial Eleitoral movida por sistemática disseminação de fake News em favor de Lula, o descumprimento flagrante do Plano de Conformidade que foi firmado entre o Grupo Meta e a Justiça Eleitoral. Não há uma linha sequer na AIJE sobre isso, pelo simples motivo de que a competência para essa fiscalização é do Presidente e não do Corregedor.
Ao Corregedor, compete analisar a prática de abuso de poder. Ao Presidente, controlar o Plano de Conformidade firmado com as Plataformas, que jamais deveriam permitir a instrumentalização de seus canais para fins ilícitos.
O único objetivo da campanha é o cumprimento da lei e o combate às fake News. Que esse seja o objetivo de todos.
O contexto é de claro atropelo. Mais uma vez a favor da fake News. Sempre a favor de Lula.

Kassio Nunes Marques e Ricardo Villas Bôas Cueva | Fotos: Luiz Roberto/Secom/TSE e Alejandro Zambrana/TSE
O corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, suspendeu neste domingo (11) a decisão do presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, que havia determinado a retirada do canal “Exército do Lula” do WhatsApp.
Com a nova decisão, o canal criado por André Janones para apoiar a reeleição de Lula (PT), que reúne mais de 3 milhões de inscritos, poderá voltar a publicar conteúdos e receber novos membros. A medida é liminar e ainda será analisada pelo plenário do tribunal eleitoral.
O canal havia suspenso por determinação de Nunes Marques, após pedido do candidato Flávio Bolsonaro (PL), sob suspeita de disseminação de desinformação.
Ao suspender a ordem, Cueva afirmou não haver provas suficientes para justificar uma restrição tão abrangente.
A decisão inicial citava a divulgação de conteúdos que, segundo Nunes Marques, já haviam sido reconhecidos como falsos pela Justiça Eleitoral, incluindo alegações sobre supostas ligações de Flávio com milícias e informações relacionadas às aposentadorias.
A campanha de Lula criticou a retirada do canal do ar e classificou a medida como ‘censura’. Já a campanha de Flávio havia defendido a decisão, argumentando que a liberdade de expressão não deve servir de justificativa para a disseminação sistemática de desinformação.
helicóptero Potiguar 01.
Quatro jovens entraram no mar e enfrentaram dificuldades. Pessoas que estavam na praia conseguiram retirar três deles da água, mas o quarto adolescente desapareceu.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e iniciou as buscas, reforçadas pela chegada do helicóptero cerca de dez minutos depois.
De acordo com os bombeiros, o trecho onde os jovens entraram no mar não é indicado para banho e possui muitas pedras, aumentando os riscos para os banhistas. Até a última atualização, o adolescente não havia sido localizado.
A apresentação pessoal de quem pede votos para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais virou tema de preocupação e orientações por parte de apoiadores, com publicações sobre o assunto ganhando forte repercussão nas redes sociais.
Uma das postagens é do perfil Magdiel, identificado com ‘Ramosal’ no X, que é seguido pelos deputados federais Paulo Pimenta (PT-RS) e Tabata Amaral (PSB-SP), além do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias.
Na última quarta-feira (7), o administrador da conta orientou os militantes a não se descuidarem da roupa e do hálito ao abordar eleitores.
“Se vão pedir votos para o Lula, vão bem arrumados”, escreveu Magdiel. A orientação inclui roupa limpa, tênis, desodorante e pouco perfume. “Aparência conta. Chinelo, roupa suja, bafo ou mau cheiro espantam votos”, acrescentou ele.
Em outra publicação, o perfil Athos profanos no Instagram, administrado por um estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que se intitula “militante do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR)” – pediu sobriedade de lulistas durante manifestações.
“Durante uma manifestação não fique bebendo, usando qualquer droga que altere sua consciência”. O texto também recomenda evitar atos libidinosos. “Você está ali para dialogar com trabalhador, pra lutar por um direito”, justificou.
Em tom informal, o perfil pró-Lula sugeriu deixar a diversão para depois: “Assim que acabar o protesto vai geral pra um bar se desgraçar, é só esperar, sabe?”. A publicação, feita neste sábado (10), já somava mais 670 mil visualizações na manhã deste domingo (11).
Gazeta do Povo
Uma história que nasceu em Natal, ultrapassou fronteiras e continua sendo escrita por novas gerações.
A Team Kimura celebrou 33 anos de história no dia 10 de outubro, com uma programação especial marcada por aprendizado, integração e valorização das raízes da equipe. As atividades incluíram os Seminários Kids e Adulto, realizados no Palácio dos Esportes, em Natal, sob a condução do fundador da equipe, Jair Lourenço, que veio dos Estados Unidos para participar do evento.
A programação foi encerrada na sede da Team Kimura – Matriz Natal, com a presença de líderes das unidades do Rio Grande do Norte e a participação on-line de representantes de outras regiões. O encontro teve como objetivo fortalecer a integração da equipe, alinhar propósitos e definir estratégias para 2027.
Fundada em Natal, em 1993, a Team Kimura construiu uma trajetória pautada na prática do Jiu-Jitsu, na disciplina e na formação de pessoas. Ao longo de 33 anos, a equipe ampliou sua atuação para além das fronteiras do Rio Grande do Norte.
Além do ensino da arte marcial, a instituição destaca a formação de novas gerações e a preservação de valores como parte de sua missão, buscando dar continuidade ao legado construído desde sua fundação.
Com o lema “Nada resiste ao trabalho”, a Team Kimura celebra sua história e reforça o compromisso com o desenvolvimento do Jiu-Jitsu e a formação de novos praticantes.
O canal oficial da Casa Civil da Presidência da República no WhatsApp publicou, neste domingo (11), uma mensagem com palavrões direcionados a apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O conteúdo foi apagado por volta das 13h10. O canal possui mais de 18 mil seguidores e tem selo de verificação da plataforma.
A publicação reproduzia um texto sobre posicionamento político. “Imagina não me posicionar com medo de perder amigos e parentes. Eu tenho medo é de perder meus direitos”, dizia o post.
Além da postagem, acrescentava ofensas a parentes e conhecidos identificados como bolsonaristas.
“Eu quero é que PARENTES E CONHECIDOS que são bolsonaristas vão tomar bem no meio do CU!…”, dizia o texto, acompanhado de emojis.
O portal Metrópoles confirmou que o endereço correspondia ao canal oficial divulgado pela Casa Civil. O órgão foi procurado, mas não havia respondido até a publicação da notícia.
Durante o período eleitoral, a comunicação institucional dos órgãos públicos está sujeita a restrições previstas na legislação para preservar a imparcialidade da administração e a igualdade entre os candidatos.
O ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou neste domingo (11) que a Meta suspenda, em até três horas, o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-SP). A página reúne cerca de 3,3 milhões de seguidores.
A decisão atende a um pedido do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que acusou o canal de promover desinformação coordenada e orientar usuários a replicar em massa conteúdos reconhecidamente falsos pela Justiça Eleitoral.
“A liberdade de expressão não é salvo-conduto para o ilícito eleitoral, e a paridade de armas entre os candidatos não sobrevive à conversão de uma ferramenta de comunicação em instrumento de desinformação em massa às vésperas do pleito”, afirmou o ministro Nunes Marques na decisão.
Flávio Bolsonaro aparece com vantagem de 6,2 pontos percentuais sobre Lula nas intenções de voto no segundo turno de acordo com a pesquisa do Instituto Datatrends divulgada neste domingo (10).
O levantamento mostra Flávio com 53,1% dos votos válidos, enquanto o Lula surge com 46,1%. A distância entre os dois candidatos supera a margem de erro do levantamento.
A pesquisa foi realizada entre 7 e 9 de outubro, com 2.000 eleitores, margem de erro de 2,19 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Registro TSE: BR-03576/2026.

Imagem: Reprodução/X



