O custo de vida nas regiões insulares sofre impacto direto da logística de transporte marítimo, elevando os preços dos produtos em relação ao continente. Diante dessa realidade, a precisão na contagem populacional torna-se indispensável para o planejamento urbano e a oferta de serviços essenciais como água, energia, saneamento e gestão de resíduos.
Há uma divergência relevante nos dados demográficos da localidade, uma vez que o último censo promovido pelo IBGE indica uma população de pouco mais de 3 mil habitantes. Em contrapartida, levantamentos realizados pelo Governo de Pernambuco apontam para a presença de quase 8 mil moradores no arquipélago.
A falta de um consenso numérico dificulta o dimensionamento adequado da infraestrutura necessária para atender a demanda real da ilha. Sem os dados ajustados entre as estimativas estaduais e os levantamentos do IBGE, a gestão pública enfrenta desafios para prever se a estrutura atual suportará as necessidades locais.