As articulações para a sucessão ao governo de Minas Gerais seguem indefinidas e dependem, em parte, das decisões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a composição de alianças no Estado. Entre os nomes em destaque está a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, considerada uma das principais lideranças do PT mineiro e pré-candidata ao Senado. Apesar das pressões de parte do partido para que dispute o governo estadual, Marília mantém a intenção de concorrer a uma vaga no Senado.
Ao deixar a Prefeitura de Contagem, Marília Campos afirmou que a estratégia mais adequada para o PT em Minas é ampliar alianças ao centro político, evitando o isolamento do partido em uma candidatura própria ao governo. Pesquisas internas da legenda apontam a ex-prefeita na liderança das intenções de voto para o Senado, enquanto seu desempenho em cenários para o governo aparece atrás de outros pré-candidatos.
No campo político mineiro, também se movimentam nomes como o governador Mateus Simões, o ex-prefeito Alexandre Kalil e o ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo. Paralelamente, o PSB decidiu lançar candidatura própria ao governo de Minas, ampliando o cenário de indefinições e negociações em torno da sucessão estadual de 2026.