Anvisa proíbe comercialização de marca conhecida e “barata” de azeite de oliva
Fonte: nsctotal.com.br | Data: 16/03/2026 10:54:43
Decisão prevê a apreensão dos produtos e proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do azeite no país
16/03/2026 – 10:45


Anvisa concluiu que não é possível confirmar a origem do produto (Foto: Reprodução)
Azeites da marca San Olivetto não poderão ser mais comercializados a partir desta segunda-feira (16). A determinação é da Anvisa, que identificou que os produtos têm origem desconhecida e irregularidades nas empresas responsáveis pela importação e distribuição da marca. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).
A decisão prevê a apreensão dos produtos e proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do azeite de oliva extra virgem San Olivetto em todo o país.
De acordo com a decisão, o rótulo do produto indica como importadora a empresa Agro Indústria e Cerealista Norte Paraná Ltda. Contudo, o CNPJ da companhia está suspenso por inconsistência cadastral desde 22 de maio de 2025 junto à Receita Federal.
Ainda, a empresa apontada como distribuidora, Comercial Alimentícia e Cerealista Capixaba Ltda, está baixada desde 6 de novembro de 2024, após encerramento por liquidação voluntária.
O NSC Total tentou localizar os contatos das duas empresas, mas não obteve sucesso. O espaço segue aberto para um posicionamento.
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(Foto: Reprodução)

Para escolher um bom azeite basta se atentar aos pequenos detalhes (Foto: Banco de imagens)

Para escolher um bom azeite basta se atentar aos pequenos detalhes (Foto: Banco de imagens)

Para escolher um bom azeite basta se atentar aos pequenos detalhes (Foto: Banco de imagens)
Irregularidades
Diante das irregularidades, a Anvisa concluiu que não é possível confirmar a origem do produto, o que motivou a adoção das medidas sanitárias.
A decisão, publicada no Diário Oficial, determina a apreensão de todos os lotes do azeite San Olivetto e proíbe qualquer atividade relacionada ao produto no território nacional. Segundo a agência, a medida foi tomada com base em normas da legislação sanitária brasileira que tratam da segurança e da regularização de alimentos.
Casos de irregularidades envolvendo azeites têm sido recorrentes no país, especialmente relacionados a produtos com origem desconhecida, rotulagem irregular ou suspeita de adulteração.
A recomendação das autoridades é que consumidores evitem adquirir produtos sem procedência clara ou vendidos por canais informais.
*Com informações do g1