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Ex-ministra da Saúde lança exposição sobre a pandemia da Covid-19 em centro cultural no Rio

Fonte: oglobo.globo.com | Data: 24/06/2026 04:48:36

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Inauguração acontece no dia 30 de junho; atividades incluem mostra de filmes em parceria com o MAM-RJ


Vidas Importam - Memória visual da pandemia de Covid-19 no Rio de Janeiro
Vidas Importam – Memória visual da pandemia de Covid-19 no Rio de Janeiro — Foto: Divulgação/Erbs Jr.

RESUMO

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GERADO EM: 23/06/2026 – 20:26

Exposição no Rio aborda Covid-19 e seu legado para o futuro

A exposição “Vida Reinventada – A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro” será inaugurada em 30 de junho no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio. Idealizada por Nísia Trindade Lima, a mostra explora memória, verdade e justiça relacionadas à pandemia, destacando ciência e arte como pilares. Com entrada gratuita, inclui filmes em parceria com o MAM-RJ e seminários com a SBPC.

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Uma exposição sobre a pandemia chega ao Rio no dia 30 de junho, no Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), localizado no Centro do Rio. Chamada de “Vida Reinventada – A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro”, a mostra foi concebida pela Nísia Trindade Lima, primeira mulher a ser presidente da Fiocruz e Ministra da Saúde. A entrada é gratuita.

A proposta da exposição, segundo o Ministério da Cultura, é promover uma reflexão profunda sobre memória, verdade e justiça, considerando-os elementos indispensáveis para a elaboração e superação do trauma coletivo, consequência da pandemia.

— Reinventar a vida implica também transformar o futuro. A exposição busca dar ênfase à dimensão subjetiva e, ao mesmo tempo, entender a dimensão política de todo o processo e a luta por prevenir, preparar e responder de forma coletiva e adequada a futuras emergências em saúde — explica a ex-ministra.

O projeto expográfico e a cenografia são assinados por André Cortez, um dos principais cenógrafos brasileiros, com trajetória consolidada em teatro, ópera e exposições.

— A pandemia nos lançou ainda mais fundo nos corpos digitais, que nos salvaram, mas também nos ameaçaram. A criatividade humana (coletiva) sempre floresceu diante do desafio, seja para ampliar o conforto físico e espiritual, seja para nos salvar. Durante a pandemia, muitas redes humanas foram criadas — diz André Cortez.

A exposição dá destaque para o papel da ciência, da pesquisa e da inovação na superação da crise sanitária, ao mesmo tempo em que valoriza a arte como registro e interpretação da realidade. Assim, transforma dor, luto, resiliência e reinvenção em expressões que promovem o diálogo entre cultura, ciência, história e sociedade.

Entre as ações complementares da exposição, estão previstos um ciclo de seminários em parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), uma mostra de filmes em parceria com o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio) e rodas de leitura realizadas em conjunto com a Fundação Biblioteca Nacional, ampliando o alcance cultural, científico e educativo do projeto.

Serviço:

  • Inauguração: 30 de junho
  • Cerimônia de abertura às 18h.
  • Local: Centro Cultural do Ministério da Saúde, Praça Marechal Âncora (Praça XV)
  • Funcionamento: Terça-feira a sábado, das 10h às 17h

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