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TJPR e Academia Paranaense de Letras Jurídicas assinam termo de cooperação – TJPR

Fonte: tjpr.jus.br | Data: 05/08/2026 17:47:42

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Parceria disponibiliza acervos históricos do TJPR para pesquisa


 
05/08/2026
 


Atualizado hoje

No dia 5 de agosto, o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR) realizou uma cerimônia para a assinatura de um termo de cooperação com a Academia Paranaense de Letras Jurídicas. A parceria tem o objetivo de garantir à Academia o acesso e a consulta aos acervos documentais, museológicos e dados históricos do TJPR, viabilizando a realização de pesquisas e estudos aprofundados sobre a memória do Judiciário paranaense.  

Confira as imagens da cerimônia de assinatura do termo de cooperação. 

Para a presidente do TJPR, desembargadora Lidia Maejima, nos acervos que o Tribunal custodia, ainda existem relatos que não foram plenamente contados. “São vozes de magistrados e de partes, até mesmo de toda uma comunidade que confiou à Justiça a decisão final de capítulos relevantes de suas vidas. Preservar essas vozes é um dever institucional e um ato de respeito à história do Estado do Paraná e do seu povo”, ressaltou a presidente. 

Arquivos das comarcas de Curitiba, Paranaguá e Castro serão os primeiros a serem disponibilizados para a pesquisa. “Avaliar documentos, preservar a história e fazer a gestão de informações é garantir a memória e o autoconhecimento. É cuidar daquilo que as próximas gerações poderão saber a respeito do que os nossos antepassados foram e fizeram, e do que estamos fazendo hoje”, afirmou o supervisor da Secretaria de Gestão Documental e presidente da Comissão Permanente de Avaliação Documental do TJPR, desembargador José Américo Penteado de Carvalho.  

O presidente da Academia Paranaense de Letras Jurídicas, desembargador federal Vladimir Passos de Freitas, ressaltou a relevância da cooperação entre as instituições. “Este é um passo decisivo. Vamos adentrar nos arquivos do Tribunal, na vida passada nas comarcas, em documentos tão importantes, no acervo do museu, que é um rico museu. Há muito aqui neste Tribunal a ser pesquisado”, destacou o desembargador.