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Copel evita leilões de transmissão e de armazenamento por baixa rentabilidade

Fonte: 93noticias.com.br | Data: 06/08/2026 08:16:53

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Economia

Copel evita leilões de transmissão e de armazenamento por baixa rentabilidade

Copel não deverá participar de leilões de energia e baterias devido à concorrência.

06/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 07h58

Copel evita leilões de transmissão e de armazenamento por baixa rentabilidade

Copel não deve disputar os leilões de transmissão (outubro) e de baterias (dezembro). A empresa, diz o presidente Daniel Slaviero, avalia que a forte concorrência reduzirá a rentabilidade abaixo da taxa mínima.

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A Copel (Companhia Paranaense de Energia) não deverá participar do leilão de transmissão de energia programado para outubro, nem do leilão destinado à contratação de sistemas de armazenamento por baterias, agendado para dezembro. A avaliação da empresa indica que a elevada concorrência esperada para essas disputas pode reduzir a rentabilidade dos projetos a níveis inferiores à taxa mínima de retorno desejada.

Em declarações, o presidente da Copel, Daniel Slaviero, mencionou que a companhia ainda está avaliando oportunidades, mas que, neste momento, a tendência é de não participar de ambos os leilões. “Por dever de ofício, a gente sempre estuda as oportunidades, mas tudo indica que a nossa inclinação é não participar de nenhum dos dois, porque estamos vendo que o nível de competição e as baixas barreiras de entrada devem produzir resultados muito apertados, abaixo do nosso retorno mínimo”, afirmou.

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Ainda segundo Slaviero, a decisão não foi tomada de forma definitiva, mas o cenário atual não parece favorável para a entrada da companhia nas disputas. Historicamente, os leilões de transmissão no Brasil têm registrado intensa competição entre os investidores, com descontos que, em diversas ocasiões, superaram 50% sobre a receita máxima estabelecida pelo governo, o que comprime o retorno esperado dos projetos.

No que diz respeito ao leilão de baterias, o número elevado de empreendimentos inscritos reforça a expectativa de uma disputa acirrada. Os projetos cadastrados somam quase 300 gigawatts (GW), um volume que ultrapassa toda a capacidade instalada de geração de energia elétrica no país.

Apesar da postura mais cautelosa em relação aos novos leilões, a Copel pretende continuar investindo na expansão das usinas hidrelétricas que foram vencedoras do leilão de reserva de capacidade, parte da estratégia de crescimento orgânico da companhia para os próximos anos. Slaviero também destacou que, no curto prazo, a Copel não está considerando operações de fusões e aquisições (M&A). Ele declarou que a empresa não está atualmente envolvida em nenhum processo de crescimento inorgânico, embora mantenha em vista oportunidades que possam contribuir para a expansão dos negócios até 2030. “No momento, não estamos engajados em nenhum processo de M&A inorgânico, mas, como temos um horizonte até 2030, essa pode ser uma oportunidade de crescimento”, concluiu.

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A Copel (Companhia Paranaense de Energia) não deverá participar do leilão de transmissão de energia programado para outubro, nem do leilão destinado à contratação de sistemas de armazenamento por baterias, agendado para dezembro. A avaliação da empresa indica que a elevada concorrência esperada para essas disputas pode reduzir a rentabilidade dos projetos a níveis inferiores à taxa mínima de retorno desejada.

Em declarações, o presidente da Copel, Daniel Slaviero, mencionou que a companhia ainda está avaliando oportunidades, mas que, neste momento, a tendência é de não participar de ambos os leilões. “Por dever de ofício, a gente sempre estuda as oportunidades, mas tudo indica que a nossa inclinação é não participar de nenhum dos dois, porque estamos vendo que o nível de competição e as baixas barreiras de entrada devem produzir resultados muito apertados, abaixo do nosso retorno mínimo”, afirmou.

Ainda segundo Slaviero, a decisão não foi tomada de forma definitiva, mas o cenário atual não parece favorável para a entrada da companhia nas disputas. Historicamente, os leilões de transmissão no Brasil têm registrado intensa competição entre os investidores, com descontos que, em diversas ocasiões, superaram 50% sobre a receita máxima estabelecida pelo governo, o que comprime o retorno esperado dos projetos.

No que diz respeito ao leilão de baterias, o número elevado de empreendimentos inscritos reforça a expectativa de uma disputa acirrada. Os projetos cadastrados somam quase 300 gigawatts (GW), um volume que ultrapassa toda a capacidade instalada de geração de energia elétrica no país.

Apesar da postura mais cautelosa em relação aos novos leilões, a Copel pretende continuar investindo na expansão das usinas hidrelétricas que foram vencedoras do leilão de reserva de capacidade, parte da estratégia de crescimento orgânico da companhia para os próximos anos. Slaviero também destacou que, no curto prazo, a Copel não está considerando operações de fusões e aquisições (M&A). Ele declarou que a empresa não está atualmente envolvida em nenhum processo de crescimento inorgânico, embora mantenha em vista oportunidades que possam contribuir para a expansão dos negócios até 2030. “No momento, não estamos engajados em nenhum processo de M&A inorgânico, mas, como temos um horizonte até 2030, essa pode ser uma oportunidade de crescimento”, concluiu.

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