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STF e PF voltam a fazer política rasteira contra Lulinha, Flávio continua impune, banditismo da Lava Jato é ressuscitado pela imprensa e Jair continua preso

Fonte: brasil247.com | Data: 11/08/2026 17:33:26

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Aos que têm pouca memória e aos que têm, mas são cúmplices de mentiras e de todos os tipos de patifarias, registro neste artigo que, conforme levantamento da Fórum, as acusações contra o Lulinha são denúncias que “ocorreram em anos de disputa presidencial e foram arquivadas por falta de provas”. O levantamento mostra ainda que “Lulinha foi alvo de investigações, reativações de casos e novas ondas de exposição em cinco dos seis certames presidenciais acontecidos desde 2006”, quando Lula foi reeleito e seu filho foi alvo de denúncias e acusações jamais comprovadas.

Acontece que é totalmente inaceitável que setores lavajatistas do serviço público continuem com a ilegal e descabida militância dentro da PF, do MPF e da Justiça, em especial o STF, para fazerem ações oposicionistas ao Governo Federal, em uma atuação politicamente e eleitoralmente criminosa, mas com o verniz fajuto de uma pretensa legalidade, que na verdade se trata da conspiração de servidores públicos de poder e mando, que resolveram, por ideologia e interesses corporativos, mais uma vez intervir criminosamente na democracia brasileira.

A impressão que dá é que essa gente que milita ilegalmente no serviço público sustentado pelo contribuinte não aprendeu nada com o escândalo da quadrilha da Lava Jato e, evidentemente, com as acusações contra o Lulinha, que foram todas arquivadas por falta de crimes, mas acontecem ciclicamente porque o foco é prejudicar o pai do Lulinha, o Lula, a apenas 90 dias das eleições presidenciais. Pode isso, Arnaldo?!

Servidores públicos, depois de quebrarem todos os sigilos do Lulinha para depois realizarem vazamentos criminosos não encontraram malfeitos de autoria do filho do Lula. Como não encontraram bulhufas, abriram mais três inquéritos, alguns com ramificações para dar mais assunto à imprensa parceira e em sequência interminável para que Lulinha fique nas mídias dos empresários golpistas até a campanha eleitoral chegar ao seu término e assim quem sabe elegerem seus representantes nas urnas que são alvos permanentes da extrema direita brasileira.

Esse processo sórdido acontece para que a direita, que jamais teve programa de governo e projeto de País, possa ter combustível para dizer algo em sua campanha eleitoral plena de falso-moralistas e jargões surrados de essência fascista, como “Deus, Pátria e Família”, nem que seja com ajuda de servidores públicos compromissados com o golpismo e envolvidos ilegalmente com o processo eleitoral, porque professam os “valores” e “princípios” de uma direita corrupta, cujo principal candidato Flávio Bolsonaro e seus comparsas têm mais esqueletos no armário do que um cemitério.

Que fique claro: o neoliberalismo, o PL, a família Bolsonaro, a direita e a extrema direita, o capitalismo irresponsável e selvagem brasileiro, tocado pelo empresariado bárbaro de índole escravocrata, escolheram para ser candidato a vice-presidente da República, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), acusado e denunciado por estuprar há alguns anos uma menina de 13 anos, além de engravidá-la. Além disso, auditoria do TCU registrou falta de transparência e perda de rastreabilidade no repasse de R$ 6 milhões em emendas destinadas pelo deputado ao município de São José da Laje (AL). O vice de Flávio nega as acusações e as denúncias. Sendo assim, o Partido Liberal concorrerá com uma chapa “puro-sangue”, porque simplesmente Flávio Bolsonaro não conseguiu apoios suficientes para realizar alianças oficiais no campo da direita.

A extrema direita bolsonarista é um verdadeiro estupro, de maneira específica e literal, bem como também em termos gerais quando desmontaram o Estado brasileiro e predaram a democracia e o Estado Democrático de Direito, além de tentar um golpe de estado de caráter terceiro-mundista. Flávio Bolsonaro é o exemplo pronto e acabado da continuidade desse horror, que mais uma vez de tantas vezes em sua vida se cerca de pessoas acusadas e denunciadas de cometer crimes. Alguma surpresa? Evidentemente que nenhuma. É seu DNA. O DNA da quartelada.

Por sua vez, em pleno ano eleitoral, com eleições presidenciais em outubro de 2026, a Polícia Federal após cair com os burros n’água em relação ao Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), no que é relativo ao caso do INSS, resolveu fazer campanha política contra o pai de Lulinha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que poderia ser chamado de Lulão pela imprensa burguesa e de negócios privados, já que ela apelidou o filho do Lula de Lulinha com a má intenção de vincular seu nome ao nome do pai, no que se refere a supostos casos de corrupção.

Exatamente isso, cara-pálida. Empresários bilionários dos oligopólios midiáticos, que são os áulicos da riqueza e dos interesses da Casa Grande, chamam seus adversários políticos e ideológicos de ladrões, mas sem provas, sem nenhuma comprovação. Essa gente realiza negócios bilionários há décadas sem nenhuma mácula quando se pensa em roubalheira ou corrupção? Não é incrível a honestidade desses empresários bilionários e proprietários de todos as mídias cruzadas e monopolizadas? Surreal, não? Mas é isso que acontece na Terra Brasilis: o moralismo sem moral que chafurda na lama fétida dos negócios mal explicados desde os tempos passados até os dias de hoje.

Trata-se de senhores dos grandes negócios realizados por poderosas empresas privadas, os quais se comportam como “santos” enclausurados em um convento ou mosteiro, a se valer do poder midiático, que é transformado em palanque eletrônico e digital político-partidário, onde viceja o Partido da Imprensa. Tal conglomerado privado historicamente faz oposição a políticos trabalhistas e de esquerda, a se juntar aos partidos de direita e até de extrema direita, se for necessário preservar os benefícios e privilégios do grande empresariado, eterno dono da Casa Grande e associado a interesses internacionais.

A perseguição a Lulinha é de ordem midiática, a ter certos setores da Justiça, do MPF e da PF como agentes persecutores, cuja intenção ideológica e política é interferir no processo eleitoral brasileiro, sem, no entanto, disputar as eleições, porque simplesmente não são partidos políticos, mas agentes do Estado que, indevidamente e muitas vezes criminosamente, atuam e agem em prol dos partidos de direita e do mundo empresarial, como ocorreu, sem sombra de dúvida, com os golpistas empedernidos da Lava Jato, que tomaram para si, e ilegalmente, a disputa eleitoral no Brasil.  

Agem como bate-paus ou capitães-do-mato dos tempos modernos, porque conscientes de que os candidatos e partidos de direita geralmente são vazios de programas de governo e projetos de País e por isso não têm nada a apresentar como soluções e propostas à população brasileira. Por saber disso, resta a esse tipo de gente reacionária fazer o que a direita sempre fez neste País rico de povo pobre: apelar para o discurso fácil, enganoso e hipócrita da corrupção. Sempre fizeram essas covardias e crimes contra políticos, candidatos e presidentes nacionalistas, trabalhistas, progressistas e de esquerda, que foram caluniados e difamados, perseguidos, presos e exilados, no decorrer da história do Brasil.

Chamar o adversário de ladrão para tentar derrotá-lo é mais fácil e simples do que apresentar as realizações sociais e econômicas de um partido ou candidato a presidente de direita ou extrema direita, mesmo se ele estiver no poder e tentar a reeleição, a exemplo do que fez o agora presidiário Jair Bolsonaro. Seu filho, Flávio, por exemplo, toda vez que dá entrevista ou participa de um programa não apresenta uma única proposta de governo e projeto de País. Ele é simplesmente um político abaixo de medíocre e não tem a mínima condição intelectual, compreensão de sociedade e competência administrativa para pensar no desenvolvimento e na soberania do Brasil. Nunca. Jamais. É tudo o que ele não quer e não é.

E por quê? Porque, reitero, a direita e a extrema direita nunca tiveram projeto de País soberano e desenvolvido desde o Brasil Colônia. O negócio da direita é favorecer os ricos e os muito ricos, de forma a concentrar renda e riqueza, além de manter as coisas como estão ou sempre estiveram, para que o establishment continue a enriquecer e a explorar milhões de trabalhadores. É isso e nada mais. Ou você nesta altura do campeonato ainda tem dúvida, cara-pálida? Se tem, então, só me resta perguntar: “Qual é o seu problema?”

Ninguém é trouxa, mesmo que muitos desses agentes do Estado sejam analfabetos políticos, reacionários, elitistas por convicção e partidários de sua classe, no que concerne à luta de classes e a interesses corporativos. Muitos se mostram equivocados e ignorantes, apesar de terem curso superior. Todavia, trata-se de uma idiotia com propósito: o propósito de impedir que o Brasil seja soberano e, com efeito, impedir, ad aeternum, a emancipação do povo brasileiro. Esses bate-paus do Partido da Imprensa e do sistema de justiça sabem disso? Ah, não sei responder com a devida precisão. Mas sei que suas ações deletérias cooperam, e muito, para que o Brasil não se desenvolva como deveria para se tornar definitivamente soberano e, por conseguinte, desenvolvido.

A perseguição ao estadista Lula e depois ao seu filho Lulinha é francamente de interesse midiático e tem fundo, inequivocadamente, político e eleitoral. Esse processo de desconstrução da imagem do Luís Fábio Lula da Silva começou acontecer em 2006, quando Lulinha foi acusado de ter mansões, fazendas gigantescas, Ferrari banhada a ouro, avião a jato parecido com o do Batman, além de ser o dono da Friboi e sócio da JBS, bem como foi acusado por delinquentes da imprensa comercial e privada e do sistema de justiça por crimes que jamais cometeu.

A verdade é que o Partido da Imprensa Burguesa se associou ao Judiciário e ao MPF, o responsável maior pela criação de um verdadeiro covil de ilegalidades e arbitrariedades, como a Lava Jato, cujo berço foi a 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, de desditosa e vergonhosa memória, onde “reinava o juizeco de primeira instância Sérgio Moro, depois considerado oficialmente pelo STF um magistrado injusto, parcial e, principalmente, suspeito, um fato que o desmoraliza perante a Justiça e grande parte da sociedade brasileira, porque a má conduta incide sobre o juiz, tanto moralmente quanto profissionalmente.

A união da tigrada do sistema de Justiça com a alcateia da imprensa de negócios privados acarretou a eleição de um político fascista que há décadas era conhecido e reconhecido como um radical de extrema direita e defensor de tortura e mortes ocorridas na ditadura militar (1964/1985). Posteriormente, Jair Bolsonaro, incompetente como é, perdeu a eleição presidencial para o Lula, mesmo a estar no poder e fazer deste mesmo poder seu cofre bilionário para derrotar o maior político que surgiu no Brasil juntamente como Getúlio Vargas, o gigante do trabalhismo gaúcho e brasileiro, o nacionalista em prol da soberania deste País, que foi perseguido até a morte.

Porém, dito o dito pelo não dito, e um pouco mais tarde, Jair Bolsonaro se tornou um presidiário tratado a pão de ló, porque mesmo sendo condenado a 27,3 anos de cadeia, por ter planejado um golpe de estado, dentre outros graves crimes, o ex-presidente negacionista e elitista se encontra preso na sua confortável mansão em Brasília, a usar uma tornozeleira eletrônica e proibido de usar a internet e se comunicar com qualquer pessoa que não seja autorizada pela Justiça.

Mesmo assim, seus filhos, especialmente o Flávio e o Eduardo, que é um foragido da Justiça do Brasil com a cobertura e a cumplicidade do governo de gângsters do Donald Trump, continuam a violar as privações determinadas pela Justiça e desse modo Jair Bolsonaro aparece como cabo eleitoral até por IA, como aconteceu na vinda do argentino de modos estrambólicos, Javier Milei, para participar da convenção do PL em São Paulo e se comportar tal qual a um brucutu de extrema direita e disposto a intervir nas eleições presidenciais brasileiras, como um vassalo a serviço do ditador Donald Trump, um político invasor de países e acusado de inúmeros e variados crimes, inclusive o de pedofilia.

Logo o Bolsonaro, meus camaradas, a ficar de mimimi, a se mostrar um vitimista e chorão. Logo o inquieto e destemperado Jair, um sujeito desvairado, que se autodenominou durante décadas e para quem quisesse ouvir, ser um “machão” e “durão” com a bandidagem, com os adversários políticos e até com os aliados. Também chamado de Bozo, o político pleno de preconceitos e amante dos milionários cansou de afirmar que bandido não poderia ter direitos e que deveria ser tratado severamente.

Entretanto, para a “surpresa” de todos, o político fanfarrão passou a choramingar igual a uma criança quando está com fome ou com dor de barriga e passou a incomodar diuturnamente o sistema judiciário e prisional por se mostrar com a saúde fraca e, consequentemente, passou a ser recorrentemente internado em hospitais, lugares onde começou a agir, malandramente, com a intenção de fazer política diante das barbas da Justiça. Trata-se de um “ator” canastrão e sempre disposto a burlar as determinações da Justiça, assim como não se submete às leis. Jair Bolsonaro é o protótipo do rebelde sem causa, sempre em nome da sua “liberdade”, dos seus privilégios, além dos interesses da sua família.

Historicamente, Jair Bolsonaro defendia o endurecimento penal e afirmava aos berros e pleno de ódio, no plenário da Câmara dos Deputados e em entrevistas, que “bandido bom é bandido preso ou morto, se possível enterrado de pé para não ocupar espaço”, bem como considerava que criminosos deveriam enfrentar condições severas de encarceramento, além de propor maior proteção jurídica para os policiais após as ações de confronto, ou seja, ele queria o “liberou geral” para policiais matarem sem serem importunados pela Justiça, digamos assim.

Agora, te pergunto: “O que se esperar desse cara? A Justiça e a imprensa de mercado, após 30 anos, não conheciam tal político radical com predicados fascistas? Conheciam, obviamente, mas irresponsavelmente relativaram o ódio expressado por um perigoso fascista, bem como inerente à sua ideologia autoritária e violenta, que anos depois terminou em uma tentativa violenta de golpe de estado, que destruiu os palácios dos Três Poderes.

O STF, conhecido lamentavelmente naquele período como Supremo Com Tudo, e tribunais inferiores, o MPF, a PF, a imprensa burguesa e os partidos de direita formaram um consórcio golpista para impedir o Lula de ser presidente em 2018 e, por isso, o prenderam, assim como deram um golpe de estado picareta de terceiro mundo na presidenta Dilma Rousseff, uma mulher honrada e que não aceitou negociar com os lobos que há décadas se refestelavam no Congresso Nacional e nos governos dos estados da Federação.

Depois desses tristes acontecimentos, essa quadrilha, digamos assim, entregaram o Pré-Sal, além de subsidiárias estratégicas da Petrobras, bem como se encarregaram de doar a Eletrobras a um monte de malandros da iniciativa privada (leia-se bancos e outros conglomerados), que estão a se encarregar de setores estruturais e de garantia da soberania do Brasil, que jamais deveriam sair das mãos do Estado brasileiro. Empresários irresponsáveis, incompetentes, porque jamais teriam competência para construir estatais e empresas públicas da envergadura e complexidade da Petrobrás, da Eletrobrás, da Telebrás, da Embraer, da Vale do Rio Doce (cujo dono soterrou duas cidades inteiras em Minas Gerais), da Embrapa e dos Correios.

Exatamente os Correios, que sofre uma campanha insidiosa por parte da imprensa golpista e de negócios privados, que vocaliza interesses espúrios, pois deseja privatizá-lo, mas apenas o filé mignon, porque atender às populações dos rincões e grotões deste País é tudo o que os ricos empresários desprezam e rejeitam, pois se trata de uma gente patética, mas muito rica, que odeia ter que atender os pobres, porque intrinsecamente envolvida com a luta de classes. Ou você ainda não entendeu isso, meu camarada?

Os Correios são de uma importância vital para o povo brasileiro. Trata-se de uma empresa de caráter social e os bancos e as empresas midiáticas, a exemplo do Grupo Globo e seus congêneres, estabelecem para si apenas a lógica de lucro, o que significa, na realidade, abandonar milhões de brasileiros que moram no vasto interior brasileiro, que inclui populações que moram nas florestas, nos rincões, perto de rios e em lugares no sertão do Nordeste, de Minas, nas favelas das grandes cidades brasileiras e nas fronteiras de um País que tem limites com dez nações.

Imagine a falta dos Correios que não apenas trata de entregar encomendas nas mãos de tubarões do mercado em busca de mais lucro e riqueza pessoal. Tudo isso acontecerá se Flávio Bolsonaro vencer as eleições, porque se trata de um político que foi aos Estados Unidos apoiar os interesses geopolíticos e econômicos do governo Donald Trump, a trair o Brasil por meio de tarifas abusivas e a oferecer minérios nobres e se submeter a uma aliança com os estadunidenses, onde o Brasil de sociedade e economia poderosas voltará a ser colônia em pleno século XXI. 

Tal realidade que esse tipo de gente deseja, certamente faz Bolsonaro e seu filho Flávio pensarem que todo mundo no Brasil é idiota ou burro, porque não é possível que esse cara cometa tantos crimes em série, inclusive os de corrupção, que ainda não foram devidamente investigados, e ainda seja tratado com uma permissividade judicial que leva a Justiça ser considerada falha por causa de sua inaceitável e inconsequente tibieza, mas geralmente esse favorecimento acontece com gente que milita no campo da direita, porque representantes do status quo.

A indulgência da imprensa burguesa e do sistema de Justiça é grande e ilimitada quando se trata de políticos que diretamente ou indiretamente os representam nos fóruns de decisões do País. Trata-se, na verdade, de irmãos siameses. Jair Bolsonaro (Flávio), certos agentes do sistema de Justiça e jornalistas da imprensa de mercado, pois umbilicalmente ligada aos bancos e ao agronegócio, uniram-se no golpe de Estado contra Dilma Rousseff, em 2016, e na prisão de Lula, em 2018.

Foi tão vergonhoso esse processo espúrio de perseguição a Lula, que os ministros do STF tiveram de recuar, porque até nas viagens ao exterior eles eram questionados sobre a bandidagem praticada pela Lava Jato e pelas evidências em relação aos crimes praticados, pois tão claras como um céu de brigadeiro em uma manhã de sol forte em pleno verão. A Lava Jato foi a maior organização criminosa gestada dentro do Estado. Até hoje nenhum agente dessa perigosa quadrilha está a cumprir prisão. É surreal!

Como se vê, e sem generalizar, porque tem muita gente boa nesses poderes e corporações, evidencia-se que as bandas podres da PF, do MPF e da Justiça lavajatistas continuam a infernizar o Brasil e a intervir cri-mi-no-sa-men-te na democracia e, com efeito, na política eleitoral brasileira, mais uma vez de tantas vezes ocorridas na história deste País. Afrontam a democracia e a soberania dos eleitores, na tentativa canhestra de mudar o resultado de uma eleição, cujas pesquisas apontam Lula como favorito, igualzinho como aconteceu em 2018, quando o atual presidente da República liderava as pesquisas. Casuísmo é pouco para definir a má conduta dessa gente.

Porém, o buraco é mais embaixo e não adianta o ministro terrivelmente evangélico André Mendonça, nomeado pelo presidiário Jair Bolsonaro para o STF, autorizar investigações e inquéritos sobre o Lulinha quando todo o Brasil sabe que até hoje o filho do Bolsonaro, o Flávio Bolsonaro, não foi devidamente investigado e muito menos os inúmeros casos de corrupção dos quais ele foi acusado e denunciado não passaram pela autorização do juiz Mendonça, que “não deve” ter ouvido ainda as conversas do filho primogênito do presidente e presidiário com o banqueiro Daniel Vorcaro.

Essas coisas acontecem porque talvez Mendonça tenha problemas de audição ou um desconhecimento total sobre o que esse rapaz e inacreditavelmente candidato a presidente da República tem feito nos cargos para os quais foi eleito, desde quando ainda rapazola se tornou deputado estadual no Rio de Janeiro. Poder-se-ia dizer que Mendonça desconhece tudo sobre a vida “ilibada” de Flávio Bolsonaro, mas enquanto isso autoriza três inquéritos contra o Lulinha em sequência, na expectativa de explodir um caso de corrupção e dessa forma atingir o pai dele — o Lula.

É inacreditável, mas é óbvio que se trata de luta político-eleitoral, que após não encontrarem nada depois de abrirem todos os sigilos do Lulinha, a PF abre de uma vez, reitero novamente, mais três inquéritos e fica tudo por isso mesmo, com a cumplicidade de jornalistas da imprensa comercial e privada (privada nos dois sentidos, tá?) como se nós retornássemos aos tempos de horror persecutório da odienta e sórdida Lava Jato, que desonrou a Justiça brasileira e se tornou a maior farsa e fraude jurídica e judicial da história do Brasil e uma das maiores do mundo.

A Lava Jato foi um covil de delinquentes de alta periculosidade cujos membros estavam dispostos a tudo e qualquer coisa para saírem de suas vidinhas tediosas e ordinárias e desse modo sórdido aparecerem no “olimpo” das mídias e, consequentemente, da fama, além de passarem a ter acesso a oportunidade financeiras e de cargos e posição, sem esquecermos que eram plenamente elitistas, preconceituosos e partidários do campo da direita.

Até hoje tais delinquentes andam por aí a falar asneiras e a demonstrar a arrogância e a prepotência tão pertinentes aos pequenos ditadores de classe média, plenos de preconceitos, que se consideram os senhores da razão, mesmo quando cometem crimes em série, porque antes de tudo acreditam na impunidade. Por isso, a Justiça envergonha a sociedade, causa desconfiança e sentimento de injustiça, porque cúmplice de bandidos quando não há punição.

Estão por aí os deletérios, impunes, livres, leves, soltos e fagueiros, a viajar para Orlando e bancarem os patetas ao conhecerem o Mickey e o Pato Donald, mas sem deixarem de ser analfabetos políticos, como demonstraram no decorrer desses processos capciosos, porque não sabiam nem como funcionava o Executivo, a confundir até decisões de rotina como se algo estivesse errado. Ou é burrice ou má-fé ou ambas as coisas. A Lava Jato foi um antro de marginais.  

Entretanto, como não encontrou nada com coisa nenhuma, a exemplo do que nada se encontra desde 2006, ou seja, 20 anos de perseguição e covardias, a PF, a banda lavajatista de procedimentos sórdidos, como se viu no Brasil em anos anteriores recentes, botou para quebrar, e apelou a incluir Lulinha, repito, em três processos, sem que o Lula interfira, diga-se de passagem, bem ao contrário do que passaram os diretores-gerais da PF no desgoverno do presidiário Bolsonaro, quando tal sujeito demitiu quatro diretores para proteger sua família, assim como seus atos e sua governança que ainda não foi questionada como deveria no que é relativo aos inúmeros casos de corrupção acontecidos em seu desgoverno digno de fascistas.

Isso mesmo. Eu disse quatro, e foi para proteger os filhotes de Bolsonaro, principalmente o Flávio, porque envolvido e acusado de realizar rachadinhas, bem como a imprensa cansou de repercutir que o pimpolho do Jair tem relações com milicianos, cujos nomes frequentam as páginas da imprensa há muitos anos. Basta pesquisar, meu camarada… Mas não para por aí. Flávio é acusado de se envolver, além do Banco Master e do filme Dark Horse, com ações de traição junto ao governo de Donald Trump, que colocou autoridades brasileiras sob sanções da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes e impôs unilateralmente uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.

Mas não acabaram as patuscadas dos filhos do presidiário Jair Bolsonaro. Eles são pródigos em trapalhadas sérias, graves e prejudiciais. Uma constante dos membros do chamado clã. Porém, o ministro André Mendonça tem uma enorme dificuldade para vê-las. Ele só tem os olhos para o Lulinha, que deve ser o menino dos seus olhos, porque é inexplicável que em pleno mês de agosto com as eleições marcadas para outubro, o filho do presidente Lula foi “inscrito” em três inquéritos.

Trata-se do mesmo processo de lawfare efetivado e levado a cabo pela criminosa Lava Jato, a fábrica de bandalheiras jurídicas e judiciais, que envergonha o Brasil e todos aqueles que primam pelos marcos civilizatórios sob a luz da Constituição, o que não é o caso dos inquilinos da Casa Grande e seus capitães-do-mato, que usam togas e becas, assim como outros usam distintivos. São servidores públicos que insistem, teimosamente, a intervir no processo eleitoral em nome de não sei quem, para quem e por quê.

Lulinha, depois de ter seus sigilos bancários, telemáticos e fiscais jogados no ventilador para que a imprensa de negócios privados jogue seu nome na lama, a impingir-lhe calúnias e difamações, agora terá de responder por três inquéritos, a seguir e conforme matérias repercutidas na internet e na imprensa comercial e privada:

Ministério da Saúde (Cannabis Medicinal): Apura suspeitas de corrupção e tráfico de influência. O motivo decorre de indícios de que Lulinha teria atuado para abrir portas a um lobista (conhecido como “Careca do INSS”) interessado em negócios e comercialização de produtos à base de cannabis no governo.

O que disse até agora o MS: O próprio Ministério da Saúde e ex-integrantes da pasta confirmaram que houve tratativas ou reuniões em 2025, mas ressaltaram que nenhum contrato ou negócio foi fechado ou assinado com o grupo.

Dataprev: Investiga a suposta prática de tráfico de influência. A intenção é apurar se houve interferência ou facilitação de interesses particulares e de parceiros junto à Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência.

O que disse a Dataprev até agora: A empresa pública negou irregularidades ou vínculos contratuais indevidos com o Lulinha.

Empresa 3Structure: Trata-se de um terceiro pedido de inquérito enviado ao STF. O foco é examinar contratos e repasses milionários de órgãos federais (como o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social) obtidos pela empresa de tecnologia.

O que disse a Empresa 3Structure até agora: Asseverou que seus contratos com o governo foram firmados com transparência, capacidade técnica e licitações regulares. A defesa declarou que não houve intermediação de terceiros e que os acordos passaram por auditorias do TCU.

O que disse a defesa de Lulinha: A defesa de Luís Fábio Lula da Silva nega todas as acusações e supostas irregularidades, bem como classificou as ações da PF como uma “pesca probatória” (fishing expedition) sem justa causa e desprovida de provas, a afirmar ainda que a PF, por não encontrar provas em apurações anteriores (como o caso do INSS) que incriminem Lulinha, os investigadores criam novos inquéritos por tentativa e erro para atingir a família do presidente Lula em ano eleitoral.

Interferência política: A defesa de Lulinha disse ainda que setores da Polícia Federal (lavajatistas) deturparam sua autonomia para gerar desgaste político e influenciar o pleito presidencial de 2026.

Vazamentos: Os advogados reclamam também dos vazamentos de dados telemáticos e pediram apuração rigorosa à Corregedoria da Polícia Federal e ao Ministério da Justiça.

Como se percebe, os movimentos da PF e do STF, na pessoa do ministro André Mendonça, são frontalmente de propósitos eleitorais, mas com a alegações esfarrapadas, que se baseiam em desconfianças sem as devidas conexões entre o Lulinha e pessoas envolvidas com malfeitos no que é relativo ao filho do presidente Lula ter recebido valores financeiros e até mesmo ter influenciado por meio de lobby em negócios de terceiros junto a órgãos governamentais.

É evidente que esse processo tem fundo eleitoral, que favorece o campo da direita, esse sim envolvido em falcatruas gravadas, a exemplo do Flávio Bolsonaro negociar R$ 61 milhões dos R$ 134 milhões acordados com o maior bandido do Brasil atual. Flávio e seus irmãos dizem que é para um filme… Agora, vamos à pergunta que o juiz do Supremo deveria responder: Senhor ministro André Mendonça, por que até agora o filho do presidiário Jair Bolsonaro, o Flávio Bolsonaro, não respondeu pelos seus supostos crimes e não teve, como o Lulinha, seus sigilos quebrados? A PF, o MPF e a Justiça do lawfare e lavajatista têm de ser denunciados e combatidos para que o Brasil nunca mais seja vítima de crimes como os da Lava jato com a cumplicidade dos barões da grande imprensa. É isso aí.

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