O cenário cultural global vive uma transformação impulsionada por artistas como Anitta, Bad Bunny e Rosalía, que rompem barreiras linguísticas e consolidam a ascensão da cultura latina sem a necessidade de se submeterem ao idioma inglês. Esse movimento reflete uma nova dinâmica de poder e representatividade na música mundial, onde a identidade cultural e a inovação estética ditam o ritmo do sucesso contemporâneo.
Paralelamente ao entretenimento, o festival Rock in Rio reforça seu papel social com o lançamento da campanha “Um Mundo Melhor e Um Mundo Sem Fome”, em parceria com a organização Ação da Cidadania. A iniciativa busca mobilizar o público e empresas para arrecadar doações que serão convertidas em pratos de comida, utilizando um “Pratômetro” instalado na Cidade do Rock para contabilizar o impacto das doações em tempo real.
A urgência dessa mobilização é sustentada por dados preocupantes do IBGE. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Brasil enfrenta um cenário onde 54,7 milhões de pessoas convivem com algum nível de insegurança alimentar, sendo que 6,48 milhões enfrentam a fome de forma severa. O festival pretende usar sua capacidade de comunicação para transformar essa realidade, unindo música e solidariedade.
No campo da inovação audiovisual, o Brasil também se destaca com a criação do maior estúdio de produção virtual da América Latina. A tecnologia, utilizada no filme “Antártida”, permite a criação de cenários digitais imersivos de alta precisão, otimizando custos e elevando o patamar técnico das produções nacionais, contando com grandes nomes no elenco como Lázaro Ramos e Andréa Beltrão.