Baixar Notícia
WhatsApp
Email

Boa Vista começa a instalar 200 armadilhas para monitorar Aedes aegypti

Fonte: folhabv.com.br | Data: 18/08/2026 07:47:48

🔗 Ler matéria original

A Prefeitura de Boa Vista começou nesta segunda-feira (17) a instalar ovitrampas em imóveis do bairro Equatorial. Os equipamentos são utilizados para monitorar a presença e a distribuição do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

A estratégia prevê a instalação gradual de 200 armadilhas em 14 bairros da capital. As demais localidades contempladas não foram informadas pela gestão municipal.

De acordo com a administração municipal, a seleção das regiões leva em conta o panorama epidemiológico e a possibilidade de casos prováveis das enfermidades transmitidas pelo inseto.

Como funciona o monitoramento

A ovitrampa utiliza uma palheta para coletar os ovos depositados pelo Aedes aegypti. Entre cinco e sete dias após a instalação, agentes de combate às endemias retornam aos imóveis para recolher o material, que será encaminhado para análise.

Os resultados devem indicar as áreas com maior presença do mosquito e auxiliar no direcionamento das medidas de prevenção e controle. A armadilha, mas, serve para acompanhar a presença dos mosquitos e não tira os mosquitos de um lugar.

Durante as visitas, os agentes explicam aos moradores como o equipamento funciona e quais cuidados devem ser adotados. A instalação nas residências depende da autorização dos responsáveis pelo imóvel.

Agente de combate às endemias há quase 15 anos, Maria Silvia de Azevedo afirma que a participação dos moradores é necessária para ampliar o acompanhamento. “É uma ação que requer muito a participação dos moradores, para que aceitem receber a armadilha”, disse.

Cuidados devem continuar

Mesmo nas casas que receberem as ovitrampas, os moradores devem manter os cuidados para impedir a reprodução do mosquito. Entre as orientações estão limpar quintais e áreas externas e eliminar recipientes que possam acumular água.

A população também deve permitir o acesso dos agentes às áreas externas das residências durante as visitas. Conforme a Prefeitura, os profissionais estarão identificados.

Além do monitoramento pelas armadilhas, continuam as visitas domiciliares para localizar e eliminar possíveis criadouros e orientar os moradores.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Superintendência de Vigilância em Saúde e Ambiente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE