Três anos após o fim do chefe do grupo Wagner, ele acreditava que Putin não o deixaria em paz
Fonte: portalpapoaberto.com.br | Data: 23/08/2026 05:50:24
Três anos se passaram desde o fim da liderança do grupo Wagner. O chefe acreditava que não escaparia do poder central.
Após uma insurreição malsucedida em 2023, o líder buscou aliados. Um deles foi um ditador bielorrusso, que atuou como mediador entre ele e o líder russo.
Em conversas, o mediador descreveu o caos no centro de poder. Ele mencionou a possibilidade de uma eliminação, termo que no país significa um ato fatal. O chefe reagiu com nervosismo, afirmando que tal ato causaria uma catástrofe.
Apesar de um diálogo que minimizava a gravidade da situação, o problema se mostrou imenso. Após a insurreição, o líder viajou para a África. Dois meses depois, seu avião explodiu perto da capital.
As autoridades locais alegaram que destroços de granada foram encontrados no avião e que os passageiros estavam sob efeito de drogas. Nenhum resultado de investigação foi divulgado. A mãe do líder afirmou que ele sabia que seu fim estava próximo, alertando-o para não se envolver em protestos.
O grupo Wagner não desapareceu com a morte de seu fundador.