PNAD Contínua: Desemprego despenca e número de pessoas ocupadas bate recorde histórico, aponta IBGE – Revista Fórum
Fonte: revistaforum.com.br | Data: 27/08/2026 09:52:46
PNAD CONTÍNUA
Novos dados da PNAD Contínua também mostram que a massa de rendimento real da população é a maior da série histórica
Publicado: 27/08/2026 – às 09h45
Atualizado: 27/08/2026 – às
09h54 | 3 min de leitura

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- IBGE divulgou, em 27 de julho, os resultados da PNAD Contínua referentes ao trimestre encerrado em julho.
- A taxa de desemprego recuou para 5,3%, queda de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (5,8%).
- O número de ocupados chegou a 103,3 milhões, recorde histórico, com aumento de cerca de 1 milhão de pessoas no trimestre.
- O nível de ocupação subiu para 58,9% da população em idade de trabalhar, alta de 0,5 ponto percentual no trimestre e estabilidade no ano.
A taxa de desemprego no país caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho e o número de pessoas ocupadas bateu recorde histórico com 103,3 milhões empregados no mesmo período, o que significou um aumento de 1 milhão de pessoas no mercado de trabalho. Isso é o que mostra o a nova Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (27).
Os dados mostram que a taxa de desocupação caiu 0,5 p.p. em relação ao trimestre terminado em abril (5,8%) e 0,3 p.p. em comparação ao trimestre de maio a julho de 2025 (5,6%). Já o número de pessoas ocupadas teve alta de 1,0% no trimestre e aumento de 0,9% no ano (mais 899 mil pessoas). O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi de 58,9% com variação de 0,5 p.p. no trimestre (58,4%) e ficou estável no ano (58,8%).
Também houve queda de 8% na população desocupada (5,8 milhões), ou seja, menos 503 mil pessoas, em comparação com o trimestre de fevereiro a abril (6,3 milhões). Já em relação ao mesmo trimestre de 2025, houve queda de 4,9% (menos 299 mil pessoas).
O número de pessoas desalentadas – aquelas em idade de trabalhar que desistiram de procurar emprego por acreditar que não vão encontrar uma vaga – também caiu 9,7% no trimestre (menos 248 mil pessoas) e registrou queda de 14,1% no ano (menos 380 mil pessoas). O percentual de desalentados (2,1%) variou -0,2 p.p. no trimestre (2,3%) e -0,3 p.p. no ano (2,4%).
Empregados com carteira assinada também bate recorde
A pesquisa ainda mostra que o número de empregados no setor privado com carteira assinada foi de 39,4 milhões, o maior número da série. O número de empregados sem carteira no setor privado também registrou alta, com um aumento de 3,6% no trimestre (mais 477 mil pessoas) e ficou estável (2,1%) no ano (mais 283 mil pessoas). Com esses resultados, o número de empregados no setor privado foi maior da série histórica, com um total de 53,2 milhões de pessoas.
é a soma de todos os rendimentos brutos que as pessoas ocupadas normalmente recebem por mês em seus trabalhos, ajustada pela inflação
Rendimento real é o maior da série
O IBGE também aponta que a massa de rendimento real habitual, ou seja, a soma de todos os rendimentos brutos recebidos pelas pessoas ocupadas por mês em seus trabalhos, ajustada pela inflação, foi a maior da série (R$ 383,5 bilhões), com estabilidade (0,2%) no trimestre (mais R$ 904 milhões) e crescimento de 4,1% (mais R$ 15,1 bilhões) no ano.
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