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PT aciona TRE-SP por frota reduzida de ônibus no segundo turno

Fonte: aracajunoticias.com.br | Data: 25/10/2026 21:33:48

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O Partido dos Trabalhadores (PT) enviou uma notificação ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) para relatar problemas na circulação da frota de ônibus na capital paulista neste domingo de segundo turno das eleições. A legenda apontou que o transporte público municipal deveria estar em operação com 100% da capacidade, mas funcionava com apenas 60%.

De acordo com o presidente estadual do PT em São Paulo, Kiko Celeguim, o partido notificou o TRE desde a manhã para solicitar a normalização da operação pela prefeitura. Houve registros de dificuldade de transporte em diversos bairros das zonas leste e norte, com passageiros aguardando quase uma hora pelos veículos.

“Até porque, no dia de hoje, é muito difícil de a gente conseguir remediar essa situação. Os ônibus da capital eram para estar funcionando com 100% da capacidade, para garantir que as pessoas possam votar com tranquilidade. No entanto, as informações que temos até aqui é que ela está funcionando com operação de sábado, ou seja, 60% da capacidade operacional. O que é um absurdo”, disse Celeguim nas redes sociais do PT.

Pedidos de prisão e regularização

Em decorrência da situação, o partido entrou com um pedido de prisão contra o secretário de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Jorge Caldeira. A legenda também solicitou a regularização imediata do transporte coletivo e a extensão do horário de votação nas regiões mais afetadas.

A prefeitura de São Paulo informou que recebeu a notificação do TRE ainda no sábado a respeito da frota total. Segundo a SPTrans, a determinação judicial foi comunicada às concessionárias dos 32 lotes operacionais, mas o órgão apontou dificuldades na ampliação em prazo reduzido devido à readequação de escalas de trabalho e rotinas.

O TRE-SP declarou em nota que nenhuma situação capaz de comprometer o exercício do voto foi reportada ao órgão até o momento, destacando que a eleição ocorre normalmente e que eleitores devem encaminhar eventuais dificuldades ao Ministério Público Eleitoral.