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CNseg | Notícias do Seguro, em 29.10.2026

Fonte: legismap.com.br | Data: 30/10/2026 05:47:09

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A semana no ‘Notícias do Seguro’: COP31, Seguro Fiança, Previdência Privada e proteção contra eventos extremos

🌎 COP31 na Turquia adota modelo brasileiro da Casa do Seguro

Inspirada na experiência brasileira, a Casa do Seguro será montada em Antália, na Turquia, durante a COP31, a Conferência do Clima das Nações Unidas.

A iniciativa pretende ampliar o debate sobre o financiamento da resiliência, a proteção do agronegócio e a segurança de populações e infraestruturas urbanas, aproximando as discussões sobre metas climáticas de soluções concretas para enfrentar os impactos das mudanças do clima.

Cláudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg, explica o papel que o setor segurador pode desempenhar na redução dos riscos e na viabilização de projetos de transição climática:

“Estaremos lá mostrando que o setor segurador é um setor importante para a transição climática, que finanças sustentáveis tem o setor segurador como um dos pilares para de risking de projetos, para a proteção dos projetos quanto a eventos climáticos, para ter projetos mais adaptados, mais resilientes aos eventos climáticos.”

A programação da Casa do Seguro será realizada entre 11 e 14 de novembro. Nos dias 11 e 12, a agenda será conduzida pela Associação de Seguradoras da Turquia (TSB), com debates sobre a implementação da agenda climática e o financiamento da resiliência.

Nos dias 13 e 14, o espaço receberá a Cúpula Global de Seguros Sustentáveis da COP31, convocada pelas Nações Unidas e pela TSB, com foco na execução de medidas de proteção climática.

🏠 Você sabia? Alta dos aluguéis reforça busca pelo Seguro Fiança

Os aluguéis residenciais ficaram mais caros em setembro. Segundo dados da Fundação Getulio Vargas, houve alta de 0,28% no mês, enquanto o aumento acumulado nos últimos 12 meses ficou pouco acima de 5%. Porto Alegre e Rio de Janeiro estão entre as cidades que registraram as maiores altas no período.

Em um cenário de valorização dos aluguéis, o Seguro Fiança Locatícia pode facilitar a relação entre proprietários e inquilinos.

O produto funciona como alternativa ao fiador e ao depósito caução. Para o proprietário, pode garantir o pagamento dos aluguéis em caso de inadimplência do inquilino, respeitados os limites contratados. Para quem aluga, oferece mais praticidade para fechar o contrato sem precisar recorrer a um fiador.

💰 Previdência Privada registra captação líquida de R$ 8,7 bilhões

A captação líquida da Previdência Privada recuou 13% de janeiro a agosto deste ano na comparação com o mesmo período de 2025.

Apesar da queda, a arrecadação superou os resgates em R$ 8,7 bilhões, segundo relatório da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida.

A publicação também aponta redução nos aportes realizados durante os oito primeiros meses do ano. Os resgates, por sua vez, ultrapassaram R$ 96 bilhões.

Os planos VGBL — Vida Gerador de Benefício Livre — representam 90% do total arrecadado.

⛈️ Tá na rede! Eventos extremos reforçam importância da proteção financeira

As chuvas voltaram a provocar estragos no Sudeste. Belo Horizonte e sua região metropolitana registraram queda de árvores e interrupções no fornecimento de energia. No Rio de Janeiro, houve deslizamento de terra em Nova Friburgo, além de rajadas de vento e alagamentos na capital e na Região Metropolitana. São Paulo também registrou impactos dos temporais.

Os episódios acontecem em meio à intensificação do El Niño, fenômeno que influencia os padrões de chuva no Brasil. A previsão para os próximos meses indica precipitações acima da média no Sul e em parte do Sudeste, aumentando a preocupação com alagamentos, enchentes e outros transtornos.

Além dos riscos à segurança das pessoas, eventos extremos podem provocar prejuízos significativos a casas, empresas e veículos.

É nesse cenário que a proteção securitária ganha importância. Seguro Residencial, Seguro Auto e Seguro Empresarial estão entre os produtos que podem auxiliar diante dos impactos dos temporais.

É fundamental, porém, conhecer as condições da apólice e verificar exatamente quais situações estão cobertas, já que nem todo dano provocado por chuva ou alagamento está automaticamente incluído no seguro.

Para identificar as coberturas mais adequadas às necessidades de cada pessoa ou empresa, a recomendação é conversar com o corretor de seguros.

Afinal, não é possível controlar o tempo — mas é possível se planejar para enfrentar os imprevistos com mais tranquilidade.


Diretora de Sustentabilidade detalha agenda da CNseg para a COP31

Em entrevista, Claudia Prates explica como a entidade pretende levar à conferência debates sobre financiamento climático, cidades resilientes, agronegócio e infraestrutura

  • A Casa do Seguro criada pela CNseg para a COP30, em Belém, inspirou a criação de um espaço semelhante na Turquia para a COP31. A internacionalização da iniciativa é um dos pontos destacados por Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da Confederação, ao apresentar a participação da entidade na conferência, que será realizada de 9 a 20 de novembro, em Antalya.
  • “O modelo da Casa do Seguro cruzou fronteiras e inspirou a criação de um espaço exclusivo para a COP31, na Turquia”, afirma Claudia.
  • Na entrevista a seguir – em texto e vídeo -, Claudia explica que a CNseg participará dos eventos da Casa do Seguro turca e de outras atividades da conferência. A programação do espaço, organizado pela Associação de Seguradoras da Turquia (TSB), prevê debates sobre cidades resilientes, financiamento de riscos de desastres, segurança alimentar e seguros. 

Quatro frentes para a participação da CNseg

Claudia organiza a agenda em torno de temas que conectam o seguro à proteção de pessoas e atividades econômicas. “A gente vai estar com vários pilares de discussão: de-risking de projetos, a parte de adaptação climática das cidades”, diz. De-risking é o conjunto de medidas usadas para identificar, reduzir ou compartilhar riscos que podem dificultar o financiamento de um projeto.

Nas cidades, a proposta é discutir como o seguro pode contribuir para proteger tanto a população vulnerável quanto infraestruturas consideradas críticas. A executiva menciona a parceria com o ICLEI e o KfW para desenvolver um modelo de seguro voltado às cidades. A cooperação entre CNseg e ICLEI nessa área já havia sido anunciada anteriormente, com apoio inicial do banco alemão de desenvolvimento. 

No agronegócio, Claudia destaca a exposição da atividade aos eventos climáticos e a importância de incorporar a proteção securitária à gestão de riscos. No vídeo abaixo – na íntegra -, ela associa essa discussão à possibilidade de reduzir a necessidade de refinanciamento após perdas. A afirmação apresenta a expectativa da entidade sobre o papel do seguro; os resultados dependem das condições contratadas e da situação de cada produtor.

A quarta frente descrita por Claduia é a infraestrutura. Ela cita a ABDIB entre as instituições com as quais a CNseg pretende discutir caminhos para tornar esse setor mais resiliente. Em conjunto, as pautas de cidades, agro e infraestrutura ampliam a conversa sobre como proteger ativos, pessoas e serviços diante de eventos extremos.

Parcerias e agenda financeira

Na frente financeira, Claudia menciona o trabalho com a ANBIMA e a Febraban. A participação da CNseg e da ANBIMA em uma sessão sobre financiamento para a ação climática, marcada para 13 de novembro, faz parte da programação oficial do Pavilhão Brasil.

Para o agronegócio, Claudia ela cita a ABAG e a CNA – a CNseg também prevê participar de sessões da Casa do Seguro turca sobre segurança alimentar e soluções ligadas à natureza, temas que aproximam a discussão sobre clima da proteção da produção rural.

Para finalizar, Claudia Prates relaciona a proteção securitária à resiliência da economia e destaca que a CNseg pretende levar ao debate global a importância do seguro para a adaptação climática das cidades, a proteção do agronegócio e a construção de um PIB mais resiliente diante de eventos extremos. Para ela, essa é a contribuição que a CNseg pretende defender na conferência – não uma garantia de que o seguro, isoladamente, possa evitar perdas ou assegurar o crescimento econômico.

CNSEG NA COP31 – CLAUDIA PRATES


CNseg leva agenda de resiliência e financiamento climático à COP31, na Turquia

Confederação participa de série de debates entre 9 e 16 de novembro em Antália, com foco em infraestrutura, transição agrícola e atração de capital privado

  • A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) cumprirá uma extensa agenda de debates e painéis durante a COP31, conferência climática da ONU realizada em Antália, na Turquia. Entre os dias 9 e 16 de novembro, a entidade marcará presença em discussões voltadas a demonstrar o papel estratégico do mercado segurador na proteção contra riscos climáticos, financiamento de infraestrutura sustentável e segurança alimentar. 
  • Com o lema “From Belém to Antalya: Insurance as a strategic partner building a resilient society”, a programação foi articulada em parceria com entidades nacionais e internacionais. Entre as iniciativas conjuntas estão encontros com Anbima e Febraban, no âmbito do Fórum de Finanças Sustentáveis, além de participações na Casa do Seguro (House of Insurance), organizada pela associação do setor na Turquia (TSB), e cúpulas paralelas como a World Climate Summit e o Global Sustainable Insurance Summit. 

Confira abaixo a programação completa:

9 de novembro (segunda-feira)

  • International Transport Pavilion (CNT/SLOCAT) – Blue Zone
    • 14h às 14h50 – From Risk to Resilience: Financing Agribusiness Adaptation to Climate Change (Organização: Pacto Global, CNseg, Anbima & Febraban / Sustainable Finance Forum) 
  • Implementation Hub Pavilion – Blue Zone
    • 16h às 17h – From Risk to Resilience: The Role of Insurance in Protecting Agricultural Production and Global Food Security (Organização: CNseg) 

17h às 18h – Agribusiness & Adaptation: Insurance, Credit and Financing (Organização: SB COP, CNseg, Anbima & Febraban / Sustainable Finance Forum)  Sustainable Finance Forum) 

10 de novembro (terça-feira)

  • Concorde De Luxe Resort
    • 12h55 às 13h35 – Enabling Implementation: Mobilizing Skills, Capital and Markets (Organização: SB COP – Business Dialogue for a Low-Carbon Economy) 
  • Hotel Sueno Deluxe Belek
    • 13h45 às 14h25 – From Risk to Return: Making Adaptation Investable (Organização: Climate Action / Sustainable Innovation Forum) 
  • Implementation Hub Pavilion – Blue Zone
    • 15h às 16h – De-risking Investment to Insure Climate Action (Organização: CNseg) 
    • 16h às 17h – Infrastructure for a Changing Climate: Building More Resilient Cities (Organização: CNseg & iCS) 

11 de novembro (quarta-feira)

  • Hotel Titanic Deluxe Golf Belek – House of Insurance
    • 9h às 11h – Opening Ceremony: The House of Insurance at COP31 (Organização: Insurance Association of Türkiye – TSB)
    • 11h05 às 12h05 – Climate-Resilient Cities and Disaster Risk Financing (Organização: Insurance Association of Türkiye – TSB) 

12 de novembro (quinta-feira)

  • Hotel Royal Seginus
    • 10h30 às 12h30 – Roundtable: Blended Finance & Adaptation and Resilience (Organização: CNseg, Anbima, Febraban, UNEP FI e WCF / Sustainable Finance Forum) 
  • Hotel Titanic Deluxe Golf Belek – House of Insurance
    • 11h05 às 12h05 – Inclusive Climate Resilience: Insurance Solutions for Health, Youth and Society (Organização: Insurance Association of Türkiye – TSB) 
    • 13h50 às 14h40 – Insurance for Food Security, the Blue Economy and Nature-Based Solutions (Organização: Insurance Association of Türkiye – TSB) 
  • Regional Climate Foundations Pavilion – Blue Zone
    • 13h45 às 14h45 – From Climate Risk to Resilient Agriculture: Leveraging Insurance, Blended Finance, and Sustainable Practices for Ex-Ante Adaptation (Organização: CNseg, TNC & FGV) 
  • Food and Agriculture Pavilion – Blue Zone
    • 14h às 15h – From Risk to Resilience: Cooperatives, Insurance and Climate Finance for Sustainable Agrifood Systems (Organização: CNseg, UNCDF, ICLEI & OCB) 
  • International Transport Pavilion (CNT/SLOCAT) – Blue Zone
    • 16h às 17h – Transport Infrastructure and Insurance: Resilience, Asset Protection and Expanding Investment (Organização: CNseg) 

13 de novembro (sexta-feira)

  • Pavilhão Brasil – Blue Zone
    • 11h30 às 12h30 – Resilient Cities: Investing in Climate Adaptation for Urban Infrastructure (Organização: Ministério das Cidades) 
    • 16h30 às 17h30 – Data Intelligence and Risk Management (Organização: CNseg, Anbima & Febraban / Sustainable Finance Forum) 
  • Implementation Hub Pavilion – Blue Zone
    • 15h às 16h – From Nature-Based Solutions: Scaling Up Investments (Organização: CNseg, Anbima & Febraban / Sustainable Finance Forum) 
    • 17h45 às 18h45 – Financing Climate Action (Organização: CNseg, Anbima & Febraban / Sustainable Finance Forum) 
  • Hotel Titanic Deluxe Golf Belek – House of Insurance
    • 15h55 às 16h55 – Harnessing the Insurance Industry’s Risk Management Capabilities (Organização: UNEP FI / COP31 Global Sustainable Insurance Summit) 

14 de novembro (sábado)

  • Hotel Titanic Deluxe Golf Belek – House of Insurance
    • 14h55 às 15h55 – From COP31 to COP32: Amplifying Sustainable Insurance (Organização: UNEP FI / COP31 Global Sustainable Insurance Summit) 

15 de novembro (domingo)

  • Royal Seginus Hotel – World Climate Summit
    • 11h10 às 11h50 – ICOP – Mobilising Institutional Capital: Turning Commitments into Investment (Organização: World Climate Foundation) 
    • 13h30 às 14h20 – Roundtable: Agribusiness & Adaptation: Insurance, Credit and Financing (Organização: SB COP, CNseg, Anbima & Febraban / Sustainable Finance Forum) 

16 de novembro (segunda-feira)

  • Pavilhão Brasil – Blue Zone
    • 15h15 às 16h15 – Climate Transparency in Brazilian Agribusiness: Inventories and Outlooks for Agriculture, Livestock and Land Use (Organização: CNA) 

Ser elétrico não basta para ser sustentável, aponta metodologia desenvolvida pela CNseg

Checklist desenvolvido pela Confederação visa orientar classificação de seguros de veículos elétricos e híbridos como sustentáveis; ferramenta integra a Taxonomia Sustentável do Mercado Segurador (TSS)

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) desenvolveu um checklist orientativo para apoiar as seguradoras na avaliação e classificação de produtos sustentáveis. A ferramenta integra a Taxonomia Sustentável do Mercado Segurador (TSS) e ganhou uma aplicação prática no ramo Automóvel: os seguros voltados a veículos elétricos e híbridos.

O objetivo, de acordo com a diretora de Sustentabilidade da CNseg, Claudia Prates, é oferecer ao mercado um roteiro estruturado para avaliar se um produto reúne características e evidências suficientes para ser classificado como sustentável, evitando que essa definição esteja associada apenas ao tipo de veículo segurado.  “A análise começa pelo cadastro e enquadramento do produto, passa pela avaliação de suas características, parâmetros técnicos e possíveis impactos socioambientais e chega à consolidação da classificação”, disse.

A iniciativa faz parte da TSS, sistema de classificação criado para estabelecer critérios técnicos para identificar produtos e práticas que efetivamente contribuam para objetivos ambientais, climáticos e sociais. A Taxonomia também busca ampliar o papel do seguro para além da proteção financeira, considerando sua capacidade de incentivar prevenção, adaptação climática, resiliência e boas práticas socioambientais.

No ramo Automóvel, o exemplo escolhido foi o seguro destinado a veículos elétricos e híbridos. Na aplicação apresentada pela CNseg, o produto é associado ao objetivo de mitigação climática, considerando que esses veículos utilizam tecnologias de propulsão elétrica ou híbrida relacionadas à transição para sistemas de transporte de menor intensidade de carbono.

Um dos pontos centrais da metodologia é que o objeto segurado, isoladamente, não determina a classificação do seguro como sustentável. O checklist foi criado justamente para aprofundar essa análise e permitir que as empresas demonstrem, com informações e evidências, a contribuição socioambiental do produto.

A ferramenta avalia seis dimensões e considera características como adicionalidade, materialidade, escalabilidade, inovação e mensuração. Também analisa a intencionalidade sustentável na concepção do produto e a existência de indicadores capazes de medir resultados climáticos, ambientais e sociais positivos.

A executiva explica que, no caso dos seguros de carros elétricos e híbridos, isso significa olhar, por exemplo, para a existência de uma estratégia da seguradora para esse segmento, objetivos de negócio, adaptação de processos operacionais e assistências e mecanismos para mensuração de emissões e acompanhamento de metas climáticas relacionadas à carteira. 

A análise também alcança características específicas da eletromobilidade. O guia aponta que o atendimento desses veículos pode demandar rede credenciada especializada, oficinas capacitadas, assistências para pane elétrica, reboque para pontos de recarga e procedimentos próprios para baterias de alta tensão. Esses elementos ajudam a avaliar se a operação do produto está efetivamente adaptada às particularidades do segmento.

Checklist transforma critérios da taxonomia em análise prática

O checklist integra a etapa de avaliação da carteira das seguradoras e foi criado para aprofundar a análise dos produtos elegíveis e apoiar o desenvolvimento de novos seguros sustentáveis. A ferramenta faz parte de uma estrutura que compreende três grandes etapas: seleção dos produtos e atividades a serem avaliados, avaliação da carteira própria e governança interna, com documentação e aprovação dos resultados. 

Para tornar a aplicação mais objetiva, a ferramenta também utiliza alertas visuais. Respostas em verde indicam situações sem riscos relevantes para a classificação; amarelo sinaliza pontos que exigem maior atenção ou complementação de informações; e vermelho destaca questões que demandam análise e fundamentação mais criteriosas. 

Ao final, os produtos podem ser classificados como sustentáveis, quando houver atendimento significativo aos critérios de elegibilidade, parâmetros de análise e NPS; como práticas de contribuição, quando apresentarem contribuição aos benefícios ASG, mas não forem elegíveis à classificação sustentável; ou como não sustentáveis, quando o atendimento aos requisitos for restrito. Depois da avaliação, a documentação segue para a governança interna da seguradora. Produtos aprovados podem ser incorporados ao catálogo da companhia, com definição de critérios de subscrição, precificação, gestão de sinistros e reporte à Susep.

A Taxonomia Sustentável do Mercado Segurador foi construída a partir da Taxonomia Sustentável Brasileira, da regulamentação brasileira, de padrões internacionais e de práticas existentes no mercado. Além de orientar a classificação, a metodologia parte do entendimento de que o seguro pode funcionar como instrumento de incentivo à prevenção de riscos, adaptação climática, resiliência e adoção de boas práticas socioambientais. 

“No caso do setor automotivo, a aplicação da metodologia aos veículos elétricos e híbridos permite observar não apenas qual tecnologia está sendo segurada, mas como o produto foi concebido, quais riscos cobre, como a seguradora estrutura atendimento, subscrição e precificação e quais resultados socioambientais consegue acompanhar e demonstrar”, conclui Prates.


Boletim Notícias do Seguro T3#26: aluguel mais caro: como funciona o seguro fiança?

Seguro fiança, ação climática e proteção diante dos riscos associados ao El Niño são os destaques da edição

🏠 O preço dos aluguéis subiu, e o seguro fiança ganha espaço como alternativa ao fiador nos contratos de locação. No Boletim Notícias do Seguro desta semana, entenda como essa modalidade se relaciona com o mercado imobiliário e as garantias para alugar um imóvel.

🌍 Ainda nesta edição, saiba como a Casa do Seguro, pioneira iniciativa brasileira voltada ao financiamento climático, inspira o modelo adotado na COP31, na Turquia, para acelerar recursos destinados à ação climática.

🌧️ O programa também aborda a importância da proteção financeira diante dos eventos extremos associados ao El Niño. Entenda por que os riscos climáticos reforçam a discussão sobre seguros residenciais, empresariais e de automóveis e a proteção do patrimônio de famílias e empresas.

🎧 Dê o play e acompanhe as principais notícias do mercado segurador, com informações sobre seguros, regulação, mercado imobiliário e riscos climáticos.

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Fonte: CNseg, em 29.10.2026