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As projeções económicas para o encerramento do exercício e para 2027 apontam para um ritmo de crescimento moderado da atividade produtiva nacional, com o Produto Interno Bruto (PIB) a situar-se próximo de 1% ou com taxas próximas de zero nos trimestres correntes, num cenário em que a evolução das contas nacionais acompanhadas pelo IBGE reflete o impacto de juros restritivos e o arrefecimento do crédito. O desempenho tem sido sustentado de forma relevante pela força do setor agropecuário, embora a pressão sobre as curvas de juros futuras possa acelerar a desaceleração económica.

Analistas ponderam que o resultado do PIB a ser consolidado nas séries estatísticas do IBGE poderá oscilar entre uma ligeira retração e a estabilidade técnica, com expetativas de dinamismo apenas para a segunda metade do próximo ano caso haja espaço para descompressão monetária. O mercado aguarda a divulgação oficial dos novos dados e indicadores de apuração do PIB pelo IBGE para calibrar as revisões macroeconómicas do país.