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Governo federal oficializa termos aditivos em convênios com municípios de 19 estados

Fonte: otempo.com.br | Data: 03/06/2026 20:46:19

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O governo federal, por meio de diversos ministérios e órgãos da administração direta, oficializou uma série de termos aditivos a convênios e contratos de repasse firmados com prefeituras e governos estaduais em 19 unidades da Federação. As medidas, publicadas no Diário Oficial da União (DOU), abrangem desde a prorrogação de prazos de vigência até o ajuste de valores de contrapartida e novos aportes financeiros. A movimentação administrativa visa garantir a continuidade de obras e serviços essenciais em áreas como saúde, infraestrutura, turismo e esporte, evitando a interrupção de políticas públicas por questões burocráticas ou orçamentárias.

As resoluções detalhadas nos extratos permitem que os entes federados reorganizem seus cronogramas de execução. Entre as principais alterações registradas estão a inclusão de operações no Regime Simplificado, que desburocratiza a prestação de contas de projetos de menor vulto financeiro, e a atualização de valores de investimento, como o caso da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, que teve o montante de investimento alterado para mais de R$ 4,5 milhões em parceria com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).

Impacto em Minas Gerais e Região Sudeste

No Estado de Minas Gerais, diversos municípios foram contemplados com as atualizações contratuais. Em Camanducaia, na região Sul, um termo aditivo firmado com o Ministério do Turismo (Mtur) ajustou a contrapartida municipal para R$ 179.603. Já em Santa Efigênia de Minas, o convênio com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAP) teve sua vigência prorrogada até 30 de setembro de 2026. Outras cidades mineiras, como Pavão e Bocaiúva, também registraram modificações em seus prazos e valores de contrapartida, assegurando o fluxo de recursos para o desenvolvimento local.

Em São Paulo, o destaque fica para o município de Embu das Artes, onde o aditivo com o Ministério das Cidades envolve um repasse de R$ 14,5 milhões, com contrapartida de R$ 146.562,79. Outros municípios paulistas, como Atibaia, Iaras e Garça, também formalizaram ajustes em seus contratos, focando principalmente em infraestrutura e esporte.

Ajustes no Sul e Nordeste

No Rio Grande do Sul, estado que enfrenta desafios de reconstrução, os termos aditivos contemplam importantes cidades. O Fundo Municipal de Saúde de Novo Hamburgo registrou uma alteração de contrapartida no valor de R$ 13,5 milhões em convênio com o Ministério da Saúde. Em Igrejinha, os recursos destinados por meio do ministério foram reajustados, assim como em São João do Polêsine, que teve a inclusão de rendimentos financeiros no valor de R$ 35.020,24 para a continuidade de projetos turísticos.

No Nordeste, estados como Bahia, Ceará, Paraíba e Alagoas aparecem com recorrência nas publicações do Poder Executivo. Em Santa Cruz Cabrália (BA), a vigência de um contrato com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) foi estendida até dezembro de 2026. No Ceará, a cidade de Maracanaú prorrogou seu vínculo com o Ministério da Cultura (MinC) até novembro de 2026. Tais prorrogações são fundamentais para que as gestões municipais concluam projetos que sofreram atrasos por fatores climáticos ou técnicos.

Norte e Centro-Oeste

A região Norte teve extratos publicados para estados como Acre, Amazonas e Pará. No Amazonas, a prefeitura de Manaquiri oficializou aditivos com o ministério para ajustar contrapartidas que superam os R$ 136 mil em diferentes contratos. No Pará, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fnde) autorizou ajustes em municípios como Óbidos e Ulianópolis, reforçando o compromisso com a manutenção da rede de ensino.

No Centro-Oeste, o Estado de Goiás apresentou movimentações em cidades como Bela Vista de Goiás, Buriti Alegre e Cachoeira Dourada, com foco em infraestrutura urbana e saneamento. No Mato Grosso, a prefeitura de Cuiabá obteve a prorrogação de vigência de contrato com o ministério até o fim de 2026, garantindo fôlego administrativo para a capital.

O papel dos termos aditivos na gestão pública

Os termos aditivos são instrumentos jurídicos que permitem alterar contratos já existentes sem a necessidade de uma nova licitação ou processo seletivo do zero, desde que respeitados os limites da Lei de Licitações e Contratos. Segundo especialistas em administração pública, essa prática é comum para adaptar projetos às realidades inflacionárias — no caso de reajuste de valores — ou para compensar atrasos em obras de engenharia que dependem de condições meteorológicas favoráveis.

A centralização dessas informações no O TEMPO permite que o cidadão acompanhe de perto como o dinheiro público está sendo gerido e quais cidades estão recebendo reforços em seus orçamentos. A transparência na publicação desses dados no Diário Oficial da União é um pilar do controle social sobre os atos do governo federal e das municipalidades.

A equipe de O TEMPO produziu esta reportagem automaticamente por meio de inteligência artificial, com base em dados oficiais. O conteúdo passou por um processo prévio de verificação para a sua elaboração. Se você encontrar algum erro, por favor, nos informe pelo e-mail inteligenciaartificial@otempo.com.br.

Este conteúdo foi gerado a partir de dados estruturados do Diário Oficial da União, respeitando as diretrizes de transparência pública e os critérios editoriais de O TEMPO.