Organon amplia parque solar e reforça preservação ambiental em Campinas
Fonte: afinamenina.com.br | Data: 04/06/2026 09:07:56
A Organon está ampliando seu parque solar no complexo industrial verde localizado em Campinas (SP), reforçando sua estratégia de sustentabilidade que integra energia renovável e preservação ambiental. O parque, planejado em 2023, atualmente possui 3.120 placas fotovoltaicas e receberá mais 600 unidades, com o objetivo de suprir 22% do consumo energético da fábrica.
Atualmente, a unidade gera 2.786 MWh por ano, o que corresponde a 19,2% da demanda energética e é suficiente para abastecer cerca de 1.500 residências. Com a expansão, a produção adicional prevista é de 522 MWh por ano, superando a expectativa inicial de 18% de cobertura.
Energia solar aliada à proteção da fauna
O parque solar integra um projeto maior que inclui um cinturão verde protegido ao redor da fábrica, situada no bairro Nova Souzas. A iniciativa foi cuidadosamente planejada para evitar interferências no habitat das aves locais, mantendo a área de proteção ambiental como prioridade.
Em 2024, a Organon identificou 90 espécies de aves nativas no parque ecológico. Em 2026, esse número aumentou para 128, um crescimento de 42,2%. Entre as espécies destacadas estão o pica-pau-do-campo, o periquitão-maracanã e o tucanuçu, considerado o maior tucano do mundo.
Ampliação do plantio de mudas nativas e recuperação da mata ciliar
Além da geração de energia limpa, a empresa ampliou o plantio de árvores nativas para recuperar a mata ciliar do Rio Atibaia. O entorno da reserva passou a contar com 481 mudas, ante 415 no ano anterior, representando um aumento de 15,9% entre 2025 e 2026.
As espécies plantadas incluem cedro-rosa, ipê-felpudo e louro-branco. A pequena floresta mantida pela farmacêutica soma ainda outras 350 árvores, formando um espaço de preservação que contribui para a proteção do microclima local.
Redução do consumo de água, energia e emissões de carbono
O programa de sustentabilidade da Organon também abrange a eficiência dos processos industriais. Entre 2020 e 2026, o consumo de água na fábrica caiu 12%, graças ao reuso e melhorias no sistema de tratamento de efluentes, economizando 4,8 milhões de litros por ano.
No mesmo período, o consumo de energia foi reduzido em 11% com a otimização dos equipamentos de produção, evitando gastos de 15.400 MWh anuais. A geração de rejeitos também diminuiu em 3 milhões de litros.
Com a geração própria de energia solar, a empresa evitou a emissão de cerca de 290 toneladas de gás carbônico por ano, com a meta de zerar essa emissão a longo prazo.

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA
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