Possível invasão de área pública no Jardim Santa Mônica gera questionamentos
Fonte: portalonorte.com.br | Data: 24/06/2026 19:07:25
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) instaurou um procedimento preparatório para apurar uma possível ocupação irregular de área pública no setor Jardim Santa Mônica, em Araguaína. A investigação está sob responsabilidade da 12ª Promotoria de Justiça, com atuação nas áreas ambiental e urbanística.
Participe do grupo do O Norte no WhatsApp e receba as notícias no celular
A área analisada fica localizada na Rua Santa Cruz, Quadra 78. O objetivo da apuração é verificar se houve utilização indevida de um espaço pertencente ao município e quais providências foram adotadas pelo poder público para proteger o patrimônio público e garantir o ordenamento urbano.
ÓRGÃOS MUNICIPAIS FORAM NOTIFICADOS
A Prefeitura de Araguaína e o Departamento Municipal de Postura e Edificações (Demupe) foram oficialmente comunicados sobre a investigação.
Conforme a portaria, o Ministério Público encaminhou ofícios aos órgãos municipais e aguarda informações sobre a situação jurídica do terreno, eventual fiscalização realizada, identificação de possíveis ocupantes e medidas administrativas adotadas até o momento.
As respostas deverão auxiliar na definição dos próximos passos da apuração.
INVESTIGAÇÃO ESTÁ EM FASE INICIAL
O documento publicado pelo MPTO não detalha a natureza da suposta ocupação. Não há informações sobre a existência de construções, cercamentos, atividades comerciais ou outras intervenções na área investigada.
Nesta etapa, o procedimento busca reunir elementos para esclarecer os fatos e verificar se existe alguma irregularidade relacionada ao uso do espaço público.
PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO
Áreas públicas municipais devem ser destinadas ao interesse coletivo e utilizadas conforme as regras do planejamento urbano.
Caso seja constatada ocupação sem autorização, o município poderá adotar medidas como fiscalização, notificações, retirada de estruturas irregulares e recuperação da área, observando o direito de defesa dos envolvidos.
O Ministério Público também poderá avaliar se houve eventual omissão do poder público na fiscalização ou demora na adoção das medidas cabíveis.
O procedimento foi registrado sob o nº 2026.0002735 e segue em fase de coleta de informações. Após a análise dos documentos, o MPTO poderá arquivar o caso, solicitar novas diligências, expedir recomendações ou adotar medidas judiciais, caso sejam identificadas irregularidades.
Leia Também
CANCELA!
Marido incentiva procedimento de beleza, mas muda de ideia ao descobrir o preço
EM COLINAS
Prefeitura decreta ponto facultativo em todas as sextas-feiras de julho
GURUPI
TCE recomenda rejeição das contas de Josi Nunes e aponta déficit previdenciário de R$ 407 milhões
ENEM 2025