Photo by De Olho em Horizonte on July 10, 2026. Pode ser uma imagem de pomada, hospital e texto que diz "H MPCE do Publico Ceara Ministério Estado da HPCE (LMPRIVENTODI DE MANDADO tat MPCE NDTuRD MoeamaRs POmAPA VESTiONG ΕΘMΡΣΜHAMΕHTΩR ACOMPA MИAMEHTe AQUIRAZ EM APOIO A OPERAÇÃO DO MP DO PARANÁ, MPCE/GAECO MPCE/ CUMPRE MANDADO DE BUSCA E APREENSÃO EM AQUIRAZ CONTRA CASAL SUSPEITO DE FRAUDAR LICITAÇÃO www.deolhoemhorizonte.com.br".

Foto do perfil de _deolhonoceara

Foto do perfil de deolhoemhorizonte


Foto do perfil de deolhoemhorizonte

O Ministério Público do Ceará, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deu apoio, nessa quinta-feira (09/07), à operação “Raio X”, do MP do Paraná, que investiga grupo criminoso que teria fraudado licitações em um hospital de Cascavel/PR. O Gaeco/MPCE cumpriu um mandado de busca e apreensão em Aquiraz contra um casal suspeito de integrar o esquema.

Com os suspeitos, foram apreendidos três aparelhos celulares, um notebook, um iPad e documentos relacionados à licitação e aquisição de imóveis. O material será encaminhado ao MPPR, que dará continuidade às investigações. Outros seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos municípios paranaenses de Cascavel, Curitiba, Maringá, Marialva e Londrina.

Investigação do MPPR

Segundo as investigações, o grupo criminoso manipulava a fase interna dos pregões eletrônicos realizados pelo Hospital Universitário de Cascavel. Para viabilizar o direcionamento dos contratos, os envolvidos elaboravam orçamentos fictícios e preenchiam cotações prévias com valores previamente ajustados. Esse balizamento artificial permitia elevar o preço de referência utilizado nos editais.

Na fase externa das licitações, as empresas participantes do esquema deixavam de promover uma disputa efetiva de lances, permitindo que a empresa favorecida fosse declarada vencedora com descontos mínimos e valores muito próximos ao limite máximo estabelecido pela administração pública.

Em contrapartida ao direcionamento das licitações e à posterior contratação da empresa beneficiada, o esquema previa o pagamento de vantagens indevidas a um servidor público que exercia a função de chefe do Centro de Imagens do hospital e fiscal dos contratos.

Ainda não há nenhum comentário.

Inicie a conversa.

Entrar para curtir ou comentar.