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Operação secreta tirou Trump do Air Force One e escondeu o presidente em caminhão de comida

Fonte: noticias.r7.com | Data: 11/08/2026 08:57:14

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Serviço Secreto dos EUA realizou uma operação secreta para proteger Donald Trump de ameaças iranianas durante sua visita à Turquia.
  • Trump entrou no Air Force One sob os olhares dos jornalistas, mas saiu furtivamente e embarcou em um caminhão de catering.
  • O presidente foi levado para um C-32A da Força Aérea, enquanto o Air Force One serviu como isca para despistar possíveis ameaças.
  • A operação visava neutralizar ameaças e foi comparada a uma ação semelhante realizada durante o governo de Bill Clinton.

Produzido pela Ri7a – a Inteligência Artificial do R7

Air Force One e – no detalhe – o caminhão de catering que levou Trump ao outro avião Reprodução vídeo redes sociais

O conflito entre Estados Unidos e Irã e as ameaças à segurança de Donald Trump obrigaram o Serviço Secreto a realizar uma operação pouco comum, na tentativa de neutralizar as ameaças dos iranianos ao presidente norte-americano.

Segundo o jornal The Washington Post, ao deixar a Turquia, onde aconteceu uma reunião da OTAN no começo de julho, Trump embarcou no Air Force One sob as lentes de vários jornalistas.

Já dentro do avião, o presidente dos Estados Unidos desembarcou furtivamente por uma porta do lado oposto ao de onde ele tinha entrado. E entrou em um caminhão de catering, responsável por transportar as refeições para as aeronaves.

Para concluir a operação, o veículo conduziu o líder americano até uma outra aeronave, um C-32A da Força Aérea.

As revelações do Post citam um oficial norte-americano familiarizado com a operação e corroboram o material analisado. Já o jornal The New York Times publicou uma reportagem semelhante, citando autoridades americanas não identificadas.

Um post publicado no perfil @Thenewarea51 no dia do embarque de Trump chamou a atenção sobre a presença da outra aeronave: “O REACH 18 acaba de pousar à frente do AF1 em Mildenhall com o ADSB e o MODE-S desligados.”

ADSB é a sigla para Vigilância Dependente Automática – Radiodifusão. Trata-se de uma tecnologia moderna de vigilância da aviação, na qual uma aeronave determina sua localização precisa usando navegação por satélite (como o GPS) e transmite continuamente esses dados — juntamente com sua velocidade, altitude e identificação — para estações terrestres e outras aeronaves próximas. Fazia sentido, então, desligar o ADSB da aeronave que transportaria o presidente americano.

Trump havia viajado para Ancara para a cúpula da OTAN em um jato recém-reformado, doado pelo Catar, mas anunciou inesperadamente que usaria um Air Force One mais antigo ao deixar o país, uma decisão que gerou questionamentos sobre a segurança da aeronave mais nova.

A viagem à OTAN foi a primeira viagem internacional da nova aeronave, cujas rápidas atualizações suscitaram questões sobre seu custo e segurança, e ocorreu em meio à escalada das hostilidades com o Irã, país que faz fronteira com a Turquia.

Antes de partir de Ancara, Trump disse no Truth Social que usaria um avião Air Force One azul-bebê mais antigo “por nostalgia” até a base aérea de Mildenhall, na Grã-Bretanha, enquanto o novo avião faria uma escala na mesma base para que os militares americanos ali estacionados pudessem visitar a aeronave.

Ameaça crível ao presidente Trump

Segundo o Post, a operação de desinformação foi desencadeada por uma ameaça crível a Trump. Uma operação semelhante ocorreu em 2000, quando o presidente Bill Clinton usou um jato executivo sem identificação para sobrevoar o Paquistão, enquanto enviava seu avião presidencial, o Air Force One, como isca.

Nessa ocasião, os jornalistas que pensavam estar viajando com Trump no antigo Air Force One, que foi usado como isca, relataram ter sido aconselhados a manter as persianas das janelas da cabine de imprensa fechadas. O Post afirmou que, além dos repórteres, alguns funcionários da Casa Branca também acreditavam que o presidente estava a bordo.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.