Fiscalização no Galeão flagra comida vencida e lacra 4 carros de app
Fonte: povonarua.com.br | Data: 26/08/2026 19:56:00
Uma operação de fiscalização no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, na Zona Norte do Rio, descartou 7,5 quilos de alimentos impróprios para consumo e interditou quatro carros de aplicativo nesta quarta-feira (26/08).
A ação visava preparar o local para o aumento de passageiros com a proximidade do festival Rock in Rio. As equipes fiscalizaram lanchonetes, companhias aéreas e o transporte de passageiros que chega aos terminais.
Operação integrada combate irregularidades no Galeão
Os fiscais percorreram a área de alimentação e flagraram quatro restaurantes vendendo produtos fora da validade ou sem a etiqueta com a data de manipulação. Todo o material com problema foi jogado no lixo na hora.
Além da comida estragada, as lanchonetes apresentavam ralos abertos perto de bebidas, pisos quebrados na cozinha e falta do Livro de Reclamações autenticado pelo órgão oficial.
Quais carros de aplicativo foram proibidos de circular?
Ao todo, quatro veículos que faziam transporte por aplicativo acabaram interditados pelas autoridades. Os fiscais encontraram pneus totalmente carecas, com arames e lonas aparentes, botando em risco a vida dos passageiros.
Outro problema grave envolveu a documentação dos automóveis. Um dos carros rodava com o licenciamento atrasado, além de estar com a vistoria e o reteste do cilindro de gás (GNV) vencidos. Esses veículos só voltam a rodar após regularizarem tudo junto ao Procon-RJ.
O que acontece com quem faz transporte pirata?
Durante a abordagem na área de desembarque, os agentes pegaram um motorista fazendo transporte clandestino. O condutor oferecia o serviço de aplicativo, mas cobrou a corrida por fora da plataforma digital, direto ao passageiro.
A Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SETT) e o Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (DETRO) registraram a infração. A prática é considerada ilegal e gera multa grave ao motorista.
Como fica a situação do transporte de animais?
As companhias aéreas também foram fiscalizadas para checar como tratam os bichos de estimação. Em uma das empresas, os fiscais notaram a falta do registro de médico-veterinário responsável, exigência feita pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Rio de Janeiro (CRMV-RJ).
Outra empresa de aviação recebeu autuação por não ter o Livro de Reclamações disponível. A força-tarefa reuniu agentes da Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (SEDCON), PROCON-RJ, DETRAN-RJ, IPEM e Polícia Militar.