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Caso Camila Wanderley prova corporativismo dos Conselhos de Medicina

Fonte: nilljunior.com.br | Data: 27/08/2026 13:02:45

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No comentário para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior critica a postura e o corporativismo dos Conselhos de Medicina em relação ao caso da consultora de imagem Camila Wanderley, de 39 anos.

A jovem segue em estado vegetativo após sofrer uma parada cardiorrespiratória e sequelas neurológicas permanentes durante uma cirurgia para retirada de vesícula e correção de hérnia, realizada há cerca de um ano no Hospital Esperança. A família e o advogado Paulo Maia sustentam que houve erro médico e cobram respostas do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe).

Em contrapartida, as médicas responsáveis pelo procedimento a cirurgiã Clarissa Guedes Nogueira, a médica auxiliar Danielle Teti e a anestesiologista Mariana Paraíba negam qualquer negligência.

Nill Júnior aponta que conselhos regionais e o Conselho Federal tendem ao protecionismo dos profissionais de medicina em detrimento dos pacientes. Para o jornalista, a demora em apresentar respostas no caso de Camila sinaliza que o órgão está prorrogando a apuração com o objetivo de adiar o assunto, evitando punições ou investigações adequadas sobre a conduta ética das médicas envolvidas.