OranjeBTC estreia o DIGY11 na B3 com o Itaú BBA – Let’s Money
Fonte: letsmoney.com.br | Data: 15/09/2026 10:25:34
A OranjeBTC (B3: OBTC3) anunciou o Itaú BBA como estruturador e distribuidor do DIGY11, ETF que estreia na B3 nesta terça-feira, 15 de setembro de 2026. O fundo é apresentado como o primeiro listado na bolsa brasileira dedicado a ações preferenciais internacionais emitidas por companhias do ecossistema Bitcoin, com distribuições mensais em reais e liquidez diária. A carteira aposta em tesourarias corporativas de Bitcoin, um modelo que vem ganhando tração no mercado.
O DIGY11 foi anunciado pela OranjeBTC em 12 de agosto de 2026 e estruturado para realizar distribuições mensais em reais, com proteção cambial. Nas condições atuais de mercado, o fundo estima distribuições anuais equivalentes ao CDI acrescido de aproximadamente 3% a 5%, sem garantia de rentabilidade e sem considerar a variação do valor das cotas.
O DIGY11 em resumo
| Item | Dado |
|---|---|
| Estreia | B3, em 15 de setembro de 2026 |
| Estruturador e distribuidor | Itaú BBA |
| Carteira inicial | ações preferenciais da Strategy e da Strive |
| Distribuições | mensais em reais, com proteção cambial |
| Estimativa de retorno | CDI mais cerca de 3% a 5% ao ano |
Dados informados pela empresa. Fonte: OranjeBTC
Como o fundo distribui renda
A carteira inicial é composta por ações preferenciais de duas das maiores tesourarias corporativas de Bitcoin do mundo, a Strategy, por meio do STRC, e a Strive, por meio do SATA, com o STRC como maior parcela. Esses instrumentos são emitidos por companhias que mantêm o Bitcoin como parcela relevante de suas reservas e realizam distribuições recorrentes em dólar, convertidas e repassadas mensalmente em reais aos cotistas.
A OranjeBTC afirma que sua missão é “acelerar a adoção do Bitcoin no Brasil e na América Latina, ao mesmo tempo em que amplia, ao longo do tempo, a exposição de seus investidores ao ativo”. O DIGY11 é um ETF de renda variável, não conta com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e está sujeito a riscos de mercado, crédito e liquidez.
Quem está por trás do ETF
Além do Itaú BBA, o fundo conta com gestão da 3R Investimentos, índice de referência fornecido pela MarketVector, empresa do grupo VanEck, e administração fiduciária do Banco Daycoval. O índice seleciona, por critérios objetivos, ações preferenciais de companhias abertas do ecossistema Bitcoin estruturadas para distribuições recorrentes em dólar.
O que observar
A estreia interessa a quem acompanha a chegada de produtos de renda variável ligados ao Bitcoin à bolsa brasileira, num formato que promete distribuições mensais em reais. Vale acompanhar como o investidor reage a um ETF sem garantia do FGC, exposto a risco de mercado e de crédito, e se a estimativa de retorno acima do CDI se confirma diante da variação do valor das cotas.
Fontes: OranjeBTC • B3 • Let’s Money: Com Drex parado, B3 e Anbima tocam a tokenização