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O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) suspendeu total e permanentemente o exercício da pediatria de Juliana de Pina Araújo, acusada de m4tar o próprio filho, de 3 anos, com uma overdose de medicamentos. A decisão foi publicada no …

Fonte: instagram.com | Data: 05/10/2026 11:05:27

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O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) suspendeu total e permanentemente o exercício da pediatria de Juliana de Pina Araújo, acusada de m4tar o próprio filho, de 3 anos, com uma overdose de medicamentos. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (5/10).

A decisão foi tomada pelo CRM-DF durante sessão plenária ordinária realizada em 24 de setembro, após processo administrativo contra a médica.

Segundo denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Juliana provocou insuficiência respiratória e fez c0rtes no filho, que atingiram a artéria femoral direita. O cr1me ocorreu em junho de 2018, no apartamento onde a médica morava com a criança, na Asa Sul.

De acordo com o documento, Juliana deu ao filho medicamentos que não eram indicados para crianças, provocando um quadro de intoxicação. Em seguida, utilizou um instrumento perfurocortante para fazer c0rtes na região da virilha da criança, que ainda estava viva.

Em setembro de 2022, o Tribunal de Júri de Brasília condenou Juliana a cumprir medida de segurança de internação pelo prazo mínimo de três anos, por causar a morte do filho. Segundo o processo, a médica estava em tratamento contra depressão quando cometeu o cr1me.

Os jurados entenderam que Juliana tinha capacidade de compreender o que fazia, mas não tinha plena capacidade de determinar suas ações devido à perturbação da saúde mental.

Com isso, o juiz-presidente do Júri condenou a médica por h0micídio qualificado por meio cruel e cometido contra menor de 14 anos. A pena foi fixada em 12 anos de reclusão, em regime inicial fechado, no entanto, a pena foi substituída por medida de segurança de internação pelo prazo mínimo de três anos, devido ao estado de saúde da ré.

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📸Lara Abreu/Metrópoles