O Ministério Público do Ceará deverá decidir se acolhe ou não os indiciamentos apresentados pela Polícia Civil. Vale lembrar que o MPCE já havia se manifestado de forma contrária à manutenção da prisão do bacharel em Direito João Munhoz Neto …
Fonte: instagram.com | Data: 06/10/2026 17:01:17


O Ministério Público do Ceará deverá decidir se acolhe ou não os indiciamentos apresentados pela Polícia Civil. Vale lembrar que o MPCE já havia se manifestado de forma contrária à manutenção da prisão do bacharel em Direito João Munhoz Neto, posicionando-se favoravelmente ao pedido da defesa. Por isso, é possível que o Ministério Público analise com especial cautela o indiciamento por obstrução de Justiça, sobretudo porque, segundo a linha apresentada pela investigação policial, a imputação está relacionada principalmente à tentativa de localizar o celular de Isabelle Caracristi.
Já em relação ao indiciamento por violência psicológica, a avaliação dependerá do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e de sua capacidade de sustentar eventual denúncia criminal.
Conforme relatos de testemunhas, Munhoz apresentaria um perfil controlador e buscaria fazer com que a namorada permanecesse isolada e tivesse suas ações restringidas. O indiciamento por obstrução de Justiça ocorreu após a Polícia Civil apontar que ele teria tentado localizar e ocultar o celular de Isabelle, inclusive vasculhando lixeiras do prédio com a ajuda do porteiro, além de supostamente ter pedido que a família da vítima não tivesse acesso ao condomínio na noite do ocorrido.
A defesa de Munhoz afirmou, por meio de nota, que ele não tentou obstruir a investigação. “Nosso cliente sempre cooperou integralmente com as investigações. João disponibilizou o telefone de seu irmão para a polícia e para a perícia no dia do fato”, declarou.
Em relação ao indiciamento por violência psicológica, a defesa classificou a imputação como “um completo absurdo”. “Nosso cliente sempre tratou Isabelle com carinho e afeto. Como um relacionamento tão breve, de apenas cerca de 30 dias, poderia ter gerado o quadro que estão alegando? Acreditamos que há uma tentativa de transferir para o nosso cliente problemas e questões que ela muito provavelmente já vivia anteriormente”, diz outro trecho da nota. João Munhoz Neto chegou a ser preso depois que a Polícia Civil inicialmente o apontou como suspeito de possível indução ao suicídio. No entanto, esse crime não consta entre os indiciamentos apresentados ao final.
E assim, muita gente dando opiniões e eu vou no embalo. Tá na cara que ela se aproximou pra usufruir, pq ele é meio afastado da beleza. Então, ela gostava dele de jeito nenhum, queria dar golpes como deu. Mas, poderia ter resolvido, tinha outras soluções sem ser a morte…
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