Baixar Notícia
WhatsApp
Email

Eneva (ENEV3): JPMorgan eleva preço-alvo para R$ 36 e vê potencial além de 35%

Fonte: guiadoinvestidor.com.br | Data: 15/10/2026 12:58:03

🔗 Ler matéria original

  • Eneva (ENEV3): JPMorgan mantém recomendação de compra e eleva o preço-alvo de R$ 32 para R$ 36 até o fim de 2027.
  • Geração de caixa: cerca de 80% do EBITDA tem margens fixas até 2029, segundo o banco.
  • Potencial adicional: contratos de 790 megawatts da EPP podem gerar R$ 3,6 bilhões em valor presente líquido, caso avancem conforme o cenário analisado.

A Eneva (ENEV3) ganhou um novo preço-alvo do JPMorgan, que elevou a estimativa para as ações de R$ 32 para R$ 36 até o fim de 2027. O banco manteve a recomendação de compra e considera a companhia uma de suas principais apostas no setor de energia.

A avaliação reflete a maior previsibilidade do fluxo de caixa, a redução dos riscos de execução e as oportunidades de expansão no mercado brasileiro de gás natural. Além disso, o banco identifica projetos que podem acrescentar mais de 35% ao valor presente líquido estimado da empresa.

Eneva ganha previsibilidade de resultados

Segundo o JPMorgan, cerca de 80% do EBITDA da Eneva vem de margens fixas até 2029, o que favorece a previsibilidade dos resultados.

O banco também reduziu a taxa real de custo de capital próprio utilizada em seu modelo para 9%, contribuindo para a elevação do preço-alvo.

A companhia ainda conta com reservas superiores a 45 bilhões de metros cúbicos de gás natural e infraestrutura disponível para sustentar novos projetos. O JPMorgan estima que o rendimento do fluxo de caixa livre supere 10% em 2029 e 2031.

Projetos podem ampliar valor da companhia

As estimativas do banco já incorporam aproximadamente R$ 2 bilhões em valor presente líquido provenientes de operações recentes de fusões e aquisições. Entre os principais catalisadores estão os leilões de capacidade para novos projetos de geração de energia.

Outro destaque são os contratos de 790 megawatts da EPP, que ainda aguardam decisão regulatória definitiva.

Em uma análise de sensibilidade, o JPMorgan estima que o avanço desses contratos poderia gerar R$ 3,6 bilhões em valor presente líquido, considerando investimento de US$ 1,5 milhão por megawatt instalado.




Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre economia, empresas e investimentos.