Oktoberfest: os anônimos que fazem a festa acontecer
Fonte: portalarauto.com.br | Data: 22/10/2026 10:04:35
Esses trabalhadores atuam há mais de uma década no Parque da Oktoberfest e se somam a muitos outros, voluntários ou colaboradores, que fazem a festa ser sucesso
São centenas de pessoas que trabalham para o sucesso da Oktoberfest de Santa Cruz, ano após ano. Dos voluntários que assumem coordenações e gestão, das soberanas que são o rosto da festa, dos prestadores de serviço, expositores e tantos trabalhadores, entre conhecidos e anônimos, que fazem a roda girar, como uma engrenagem.
Muitos são passageiros, mas outros tantos se dedicam anos a preparar, a acolher, a zelar pelo funcionamento das coisas. Hora de conhecer alguns deles, e nessas figuras, realçar todos que fazem a festa acontecer.

SUSANA DE ALMEIDA | CAROLINA ALMEIDA/GRUPO ARAUTO

TRABALHO NA FESTA TAMBÉM É COISA DE FAMÍLIA | CAROLINA ALMEIDA/ GRUPO ARAUTO
Já na entrada, no pórtico principal, o visitante conhece Susana de Almeida, que soma 19 anos de Oktoberfest, sempre com atuação na recepção e acolhida a quem chega para se divertir na festa, com aquele sorriso no rosto e braços abertos para bem receber.
Parece estar no sangue o gosto pela Oktoberfest. Pelo menos para esses dois trabalhadores, pai e filho. Milton e Gilson Silveira. Eles não compartilham apenas o sobrenome, mas o tipo de trabalho executado: toda montagem, revisão e manutenção da parte elétrica passam por eles. Milton acumula cerca de 14 anos de trabalho na festa, enquanto que o filho, que começou em 2016 trabalhando somente na Arena de Shows, no ano seguinte passou a acompanhar o pai por todos os cantos do Parque da Oktoberfest e consolidou uma década de dedicação. “Pessoal só sente nossa falta se acabar a luz”, diverte-se Gilson.
Gilberto Luís Lehmen, o Beto, trabalha há 12 anos na Festa da Alegria. Ele zela pela manutenção hidráulica, mas também atua como pedreiro e serviços gerais da Oktober. Como se intitula? O quebra-galho.

Em comum, todos eles reconhecem o quanto a Oktoberfest os realiza. É um vício, um orgulho, uma paixão, dizem eles, felizes em fazer parte desta trajetória.