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“Viva o equilíbrio fiscal!”, diz Fonteles, cotado para Fazenda

Fonte: brasil247.com | Data: 02/11/2026 12:54:22

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247 – Ao confirmar a permanência do atual secretário da Fazenda do Piauí, Emílio Joaquim de Oliveira Júnior, para a sua próxima gestão à frente do Executivo estadual, o governador reeleito Rafael Fonteles (PT) fez uma enfática defesa da responsabilidade nas contas públicas.

Em publicação realizada nesta segunda-feira (2), o chefe do Executivo piauiense exaltou o trabalho de manutenção da estabilidade financeira promovido em seu estado e comemorou os índices alcançados pelo governo local. “Viva o Equilíbrio Fiscal!!!”, celebrou o governador na mensagem em que oficializou a recondução do secretário para a continuidade do mandato.

Ao fundamentar a decisão, Fonteles apresentou um panorama dos indicadores econômicos que colocam o Piauí em destaque nacional. De acordo com o líder estadual, o território piauiense lidera o ranking do país em taxa de investimentos públicos na comparação proporcional com a receita arrecadada.

Outro dado ressaltado é a avaliação B+ na capacidade de pagamento emitida pelo Tesouro Nacional, acompanhada por uma despesa com pessoal rigorosamente sob controle, hoje situada no patamar de 38%. Fonteles sublinhou ainda que a unidade federativa figura como uma das duas únicas do Brasil que não possuem dívidas pendentes junto ao governo federal, ostentando um nível de endividamento total que representa menos da metade do registrado por estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

“Nossos agradecimentos por aceitar a renovação dessa missão tão importante para garantir o equilíbrio fiscal do Estado do Piauí e, consequentemente, as diversas políticas públicas que melhoram a vida do nosso povo”, declarou o governador.

A manifestação sobre responsabilidade fiscal ganha destaque no cenário político nacional, uma vez que o nome de Rafael Fonteles desponta como um dos mais cotados para assumir a condução do Ministério da Fazenda no quarto mandato do presidente Lula (PT). A reputação do governador no campo econômico é sustentada por uma sólida trajetória técnica: ele é bacharel em Matemática pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e mestre em Economia Matemática pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA).

Antes de assumir o comando do governo estadual, Fonteles chefiou a própria Secretaria da Fazenda do Piauí entre 2015 e 2022 e presidiu o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Gestão, Receita e Finanças dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz). Essa bagagem faz com que seja avaliado por aliados e agentes do mercado financeiro como um perfil capaz de articular a conciliação entre a política tradicional e o setor produtivo.

Durante o pleito presidencial, o piauiense exerceu um papel estratégico na coordenação da campanha de Lula durante o segundo turno das eleições, fator que consolidou sua projeção no plano nacional e ampliou sua confiança perante o Palácio do Planalto. Publicamente, no entanto, Fonteles mantém a cautela e afirma que ainda não tratou sobre convites formais diretamente com o presidente.

Caso o convite oficial para integrar a Esplanada dos Ministérios se concretize e venha a ser aceito, Fonteles precisará renunciar ao mandato no Executivo do Piauí. Em tal cenário, o comando do governo do estado passará para as mãos do vice-governador eleito, Washington Bandeira (PT).

Informo ao povo piauiense que o atual Secretário de Fazenda do Piauí, Emílio Joaquim de Oliveira Júnior, irá permanecer nessa Secretaria em nosso próximo mandato. Nossos agradecimentos por aceitar a renovação dessa missão tão importante para garantir o equilíbrio fiscal do Estado do Piauí e, consequentemente, as diversas políticas públicas que melhoram a vida do nosso povo.

O Estado do Piauí é o primeiro lugar do Brasil em taxa de investimentos públicos em relação a receita, possui capacidade de pagamento B+ (segundo o Tesouro Nacional), despesa de pessoal controlada (38%), um dos dois únicos estados do Brasil que não tem dívida junto ao Governo Federal e temos taxa de endividamento total inferior à metade da taxa de endividamento de estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Viva o Equilíbrio Fiscal!!!

— Rafael Fonteles (@RafaelFonteles_) November 2, 2026

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