A indefinição jurídica sobre a candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado gera controvérsias após o TRE PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná) validar a sua aptidão para o pleito, enquanto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve restrições operacionais à sua campanha. A divergência entre o TRE PR e a instância superior em Brasília impede o candidato de utilizar verbas do fundo partidário, veicular propaganda eleitoral ou realizar pedidos formais de voto no Paraná. Comentadores políticos criticam a instabilidade normativa provocada pelas decisões do TRE PR em contraste com as ordens do TSE, argumentando que as interdições às vésperas da eleição causam prejuízos à disputa e configuram judicialização do processo eleitoral.