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A curva de juros futuros no Brasil registrou forte elevação e ampliou a pressão sobre os ativos de renda fixa após o desfecho eleitoral e as incertezas fiscais associadas às contas públicas federais. As taxas de Depósito Interfinanceiro (DI) subiram mais de 250 pontos-base em determinados vértices da curva, impulsionadas pelo receio de ampliação de despesas orçamentárias e pela volatilidade no cenário externo, que inclui a postura monetária do Federal Reserve e tensões no Médio Oriente. O movimento de desvalorização dos títulos públicos motivou intervenções extraordinárias do Tesouro Nacional para conter perdas financeiras aos investidores do Tesouro Direto.

No panorama macroeconômico, o quadro de indicadores publicado no cabeçalho da página traz o registro da inflação oficial medida pelo IPCA apurado pelo IBGE, detalhando as variações mensais recentes do indicador, que registrou recuo de 0,32% em agosto e de 0,82% em setembro de 2026. As cotações financeiras indicam ainda a taxa Selic em 13,75% ao ano e a cotação da moeda norte-americana em R$ 5,444 no encerramento da semana, orientando analistas a recomendarem cautela e alocação preventiva em ativos pós-fixados indexados à taxa DI.