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A ata da mais recente reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central apontou perda de força da atividade econômica brasileira em decorrência dos juros altos e da desaceleração da inflação. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB do segundo trimestre de 2026 registrou avanço de 0,5% em relação aos três meses anteriores, confirmando a desaceleração nos componentes de demanda mais sensíveis ao ciclo econômico, como o consumo das famílias e o investimento. Apesar de manter uma postura cautelosa e defender a redução gradual da taxa Selic — ajustada em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano —, o colegiado expressou preocupação com a dimensão fiscal e a sustentabilidade das contas públicas, ressaltando que a expansão dos empréstimos direcionados e subsidiações governamentais pode impactar a trajetória da dívida e manter as expectativas de inflação pressionadas no longo prazo.