O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou a pauta da sua última sessão de julgamento antes do segundo turno e não incluiu a análise sobre a elegibilidade de Deltan Dallagnol, adiando a decisão definitiva para após o pleito. O processo envolve recursos apresentados pela Federação Brasil da Esperança e pela coligação Paraná para Todos, que contestam a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) favorável ao deferimento do registro de candidatura do ex-procurador da Lava Jato. Com a indefinição e sem nova data marcada pelo TSE, Dallagnol poderá ser diplomado e exercer o mandato normalmente até a conclusão do julgamento.
A diplomação dos candidatos eleitos no pleito de 2026 deve ocorrer até o dia 18 de dezembro, prazo limite fixado pelo calendário eleitoral para habilitar a posse no Congresso Nacional na primeira semana de fevereiro. O veredito do tribunal superior será determinante para validar o resultado das urnas no estado, uma vez que o TRE-PR já havia validado o registro do candidato. Caso o TSE venha a cassar o registro posteriormente, uma eleição suplementar precisará ser convocada no Paraná para o preenchimento da vaga, enquanto a outra cadeira do estado ficará com Filipe Barros (PL), o candidato mais votado no pleito.