Baixar Notícia
WhatsApp
Email

O governo federal lançou um conjunto de medidas estratégicas para ampliar a soberania digital do Brasil e reduzir a dependência tecnológica externa. Durante evento no Rio Grande do Norte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a aquisição de um supercomputador de alto desempenho, com investimento previsto de R$ 1 bilhão. O equipamento, que será instalado no Parque Tecnológico da UFRN, visa posicionar o país entre as dez maiores potências mundiais em capacidade de processamento de Inteligência Artificial (IA) até 2027.

Além da infraestrutura física, o plano contempla a formação de 3 milhões de brasileiros em cinco anos e o desenvolvimento de uma “pilha de software soberana” em parceria com centros de pesquisa e empresas globais. O projeto inclui o fomento à arquitetura RISC-V para a criação de chips nacionais e a iniciativa “ReData”, que busca garantir que o armazenamento e processamento de dados críticos permaneçam sob controle brasileiro, evitando a dependência exclusiva de infraestruturas estrangeiras.

Paralelamente, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) anunciou a ampliação do limite de financiamento para motoristas de aplicativos e profissionais do transporte. O teto para a compra de veículos novos subiu de R

150milparaR150milparaR

 200 mil, abrangendo agora cerca de 86% dos modelos disponíveis no mercado nacional. A medida foca especialmente em veículos híbridos, que oferecem maior eficiência energética e redução de custos operacionais para os trabalhadores do setor.

Esses investimentos em tecnologia e crédito ocorrem em um contexto de vigilância sobre os indicadores macroeconômicos. Conforme os dados de inflação (IPCA) apurados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e destacados nos indicadores do dia, o governo busca equilibrar o fomento industrial com o controle de gastos. A modernização da base tecnológica e o suporte aos profissionais de serviço são vistos como passos fundamentais para sustentar o crescimento econômico projetado para o fechamento de 2026.